Se os unicórnios enquanto animais fantásticos continuam a ser muito difíceis de encontrar, já as startups “mitológicas” têm proliferado ao longo dos anos.

Atualmente, são 260 as empresas privadas em todo o mundo que estão avaliadas acima dos mil milhões de dólares e que, no seu total, valem aproximadamente 840 mil milhões de dólares, estima a empresa de estudos de mercado CBInsights.

Em Portugal, são duas as startups que ascenderam a esse patamar: a Farfetch e a OutSystems, que com um investimento de 360 milhões de dólares pelo banco Goldman Sachs e pelo fundo de investimento KKR conseguiu ultrapassar os mil milhões de dólares de valorização.

Tal como a tecnológica portuguesa, fundada por Paulo Rosado e Rui Pereira em 2001, mais 52 empresas juntaram-se este ano ao restrito clube mundial dos “unicórnios”. No ano passado, esse número chegou às 70 startups,  um aumento de mais de 60% em relação a 2016.

Uma análise aos mercados em que estas empresas operam verifica que a maior parte dos “unicórnios” são empresas de software e serviços de internet (15%), seguida por ecommerce (14%) e fintech (12%), num total de 13 categorias.

A maior parte dos “unicórnios” têm origem nos EUA (47%), no entanto essa participação diminuiu 7% em relação a maio de 2017. Já a participação da China aumentou de 23% para 30% no mesmo período. O resto das startups da lista estão baseadas no Reino Unido (6%), Índia (4%), Alemanha (2%) e Israel (2%).

A empresa privada mais valiosa do mundo é a  Uber, avaliada em 68 mil milhões. Aqui pode aceder à lista de avaliação dos unicórnios mundiais.

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