A Google tem uma nova queixa de abuso de posiçao dominante na Comissão Europeia. A acusação volta a ser feita pela francesa 1PlusV que diz ter "novas evidências" de concorrência desleal por parte da número um das buscas.



A empresa norte-americana está a ser investigada por Bruxelas desde Novembro do ano passado, altura em que foi acusada por vários fornecedores de serviços rivais - entre eles o motor de busca francês Ejustice.fr, pertencente à 1PlusV, e a Microsoft, através do serviço Ciao do Bing - de penalizar os seus rivais nas buscas online, tanto gratuitas como patrocinadas.



A acusação agora apresentada é bastante semelhante à de 2010. A 1plusV alega que, por repetidas vezes, a empresa de Eric Schmidt não listou as páginas do Ejustice.fr no seu motor de busca, entre 2007 e 2009, além de afirmar que tem provas de uma série de novos e antigos casos de "abuso".



A nova denúncia foi apresentada alguns dias depois de ter terminado o prazo de resposta ao pedido de informação feito pelo Executivo europeu a operadores de motores de busca, gestores de sites, agências de publicidade e outra empresas, no âmbito do processo, sobre as práticas de negócio da Google.



No inquérito enviado às empresas - um procedimento habitual nas investigações por práticas concorrenciais - estavam perguntas como "Constatou uma diminuição repentina no número de internautas reenviados para os vossos serviços pelo Google e que não possa ser explicada por mudanças no vosso site?" e "Tem conhecimento de módulos nos algoritmos da Google que tenham podido penalizar a classificação das páginas do vosso sítio web?", entre outras.



Devido ao elevado volume de informações, a Comissão prevê que demorará alguns meses até chegar a uma conclusão final e reitera que, por enquanto, esta é apenas uma investigação para determinar se as regras de concorrência foram quebradas ou não.

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