São várias as análises que vão sendo publicadas sobre o emprego na área das TI. As mais recorrentes apontam a falta de profissionais e, como consequência, também há relatórios sobre a elevada pressão salarial, em que os candidatos passam a “ditar” as regras do mercado, e não o inverso.

Mais recentemente, dados do Relatório sobre Emprego e Formação de 2017 indicavam que Tecnologia só dá emprego a 5,6% dos portugueses e, agora, um estudo da Landing.jobs vem acrescentar outros pormenores acerca do mercado de trabalho tecnológico por terras lusas.

Uma das conclusões do relatório é que o ordenado médio para os profissionais estrangeiros de TI que trabalham em Portugal é 20% superior quando comparado com o ordenado médio dos profissionais portugueses.

Os responsáveis pelo estudo destacam também aspectos como a acentuada discrepância entre géneros, com os homens a representarem 81% do mercado de trabalho, face às mulheres.

As funções mais comuns para quem está ligado à área das tecnologias são a de programador de back-end e front-end, a de programador de back-end e a de gestor de produto/projeto. Além disso, estes profissionais não trabalham apenas para a indústria tecnológica: são igualmente procurados por outros sectores, como energia e telecomunicações e finanças.

O relatório revela ainda que a maioria das oportunidades para os profissionais de tecnologia em Portugal se concentram nas PME e grandes corporações. É também neste tipo de empresas que sentem ter mais hipóteses de evolução, tanto ao nível do salário como de posição.

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