De acordo com a Reuters, o combate ao cibercrime vai contar com 14 mil milhões de dólares adicionais no ano fiscal de 2016. Com mais dinheiro, Obama quer melhorar a proteção dos sistemas públicos e privados de ataques hacker e dar um novo fôlego à Comprehensive National Cybersecurity Initiative, apresentada pela antecessor Bush ainda em 2008 e que o atual presidente reposicionou como orientação estratégica fundamental.


Promover uma maior partilha de informação entre empresas privadas e governo, reforçar as ações pedagógicas para a cibersegurança no seio do próprio governo federal e as iniciativas de contra-espionagem são prioridades da estratégia que a Administração quer recuperar em 2016.


Como detalha a Cnet, entre os programas que canalizarão a atenção e os milhões do governo federal no próximo ano estarão aqueles que se relacionam com o sistema de deteção de intrusões (Einstein), a criação de seis centros de monitorização de ciberatividades e o sistema de monitorização das redes norte-americanas.


"Nenhuma nação ou hacker dever ter a capacidade de desligar as nossas redes, roubar os nossos segredos industriais ou invadir a privacidade das famílias norte-americanas", disse Obama numa apresentação ao congresso, onde justificava a importância que pretende dar ao tema da cibersegurança.


O orçamento norte-americano ainda será votado. Se for aprovado entra em vigor no próximo ano fiscal, que nos EUA tem início a 1 de outubro. Como sublinhou Obama, que enfrenta agora uma maioria republicana no senado e no congresso, para que o país tenha capacidade para responder da melhor forma a todas as ameaças que lhe são dirigidas não basta aumentar verbas. É também preciso fazer aprovar um conjunto de leis que há anos são travadas pelos conservadores.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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