Portugal foi o país europeu que registou maior crescimento da despesa em I&D na Europa, entre 2005 e 2007. Esta evolução permitiu que a I&D passasse a representar 1,2 por cento do PIB, o equivalente a 1,9 mil milhões de euros, face aos 1,2 mil milhões apurados para 2005.

Os dados, ainda provisórios, foram apurados através do Inquérito ao Potencial Cientifico e Tecnológico Nacional, da responsabilidade do Gabinete de Planeamento e Estatística do Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior e revelam um aproximar da despesa em I&D portuguesa da registada em países como a Espanha ou a Irlanda, respectivamente com 1,2 e 1,3 por cento do PIB aplicado à I&D.

Os números mostram que para o crescimento contribui sobretudo o aumento do investimento do sector privado, responsável por 988 milhões de euros aplicados à I&D no ano passado. Não foram só as empresas existentes que investiram mais em I&D, como foi também o número de empresas que o fazem a aumentar, conclui o inquérito.

O número de empresas com actividades de I&D passou de 930 em 2005 para mais de 1500 em 2007. Já o número de investigadores passou de 4 mil para 8,6 mil no mesmo período. Os sectores com mais actividade nesta área são os dos serviços financeiros e seguros, serviços de informática e comunicações, assim como a indústria automóvel e a energia, que multiplicaram por seis a despesa em I&D no período em análise.

O segundo sector com maior despesa em I&D é o das universidades, com um valor de 573 milhões de euros em 2007. Também aqui o número de investigadores aumentou de 10.956 para 13.096.

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