Os lucros, no mesmo período, ascenderam a 331 milhões de euros, num crescimento de 46,6%, que se deve, em grande medida à venda da participação do grupo na CMT de Macau. A operação rendeu ao grupo 310 milhões de euros.



Os negócios internacionais do grupo, na Oi e na Contax, contribuíram positivamente para as receitas do grupo. Já no mercado local as receitas da PT em 2014 caíram 5,2% para 2,5 mil milhões de euros, tendo gerado um dos principais impactos negativos a considerar na descida global de receitas do grupo ao longo do ano (5,4%).



Ainda assim, a empresa sublinha que conseguiu manter uma performance no mercado local relativamente positiva, tendo em conta a quebra no consumo. O M4O tem sido o grande dinamizador da atividade da empresa a nível local, no mercado residencial. A empresa chega a fevereiro de 2014 com 1,7 milhões de subscritores no serviço.



Na banda larga a PT terminou o ano com perto de 1,3 milhões de clientes, mais 5,6% que no ano passado, um número que é ligeiramente ultrapassado na TV por subscrição. Nas comunicações móveis, a TMN, agora Meo, terminou o ano com 7,9 milhões de subscritores, num crescimento de 4% face a 2012. Ganhou em 2013 298 mil novos subscritores. Na banda larga, por seu lado, o número de adições líquidas atingiu os 105 mil.



Os números hoje revelados indicam ainda que em 2013 os dados móveis corresponderam já a 36% das receitas de serviço no segmento.

Ao longo do ano que passou a PT levou a cabo um programa de redução de efetivos que visa 400 colaboradores e custou à empresa 127 milhões de euros.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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