Além dos smartphones e dos tablets, também as redes sociais deverão captar cada vez mais atenção por parte do setor, na opinião dos representantes do Banco Santander Totta, do Banco Espírito Santo e do Banco Best presentes no Banking Forum.

“Tal como as mudanças introduzidas pelo acesso ao banco através do computador, o mobile está a provocar uma revolução”, considera Bruno Monteiro. “A deslocação aos balcões tem vindo a cair, o acesso via Internet continua a aumentar e o mobile está a explodir”, referiu o diretor de marketing do Banco Best numa das suas intervenções, durante o evento organizado esta terça-feira em Lisboa pela IDC e pela ACEPI.

Atualmente, mais de 60% das transacções no Santader Totta já são feitas fora dos balcões físicos e 80% por cento dos clientes daquele banco usam mais do que um canal no contato com o mesmo, entre eles o telemóvel, revelou Rute Medo, diretora de coordenação de canais complementares.

As redes sociais também têm captado cada vez mais atenção por parte da banca. O Santander Totta já dedica alguns recursos ao fenómeno, com uma presença institucionalizada que em breve poderá evoluir para uma oferta de produtos e serviços, adiantou Rute Medo.

O BES também está a tento a uma realidade que hoje não pode ser ignorada, garantiu Pedro Mira Vaz. “Estamos a dar passos com cuidado, porque ainda estamos na infância das redes sociais, mas acreditamos que este é um canal que nos traz a possibilidade de criar com os clientes uma relação ainda mais transparente e saudável, sublinhou o responsável pelo departamento de Direct e Self-Banking do Banco Espírito Santo.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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