A pesquisa foi realizada junto de 28 mil europeus nos diversos países da UE e revela que mais de dois terços dos europeus têm problemas quando pretendem assistir a vídeos a partir do smartphone (41%) ou mesmo a partir da ligação fixa de Internet (37%).



Os problemas de discriminação de tráfego (traffic shaping) também existem na utilização de outros serviços como ouvir música no telemóvel ou carregar conteúdos para o Facebook a partir de dispositivos móveis (23%). Em Portugal 17% dos inquiridos reconheceram problemas deste género.


A pesquisa também revela que 60% dos internautas desconhecem a velocidade da sua ligação à Internet. Entre os que conhecem, 26% garantem que a velocidade contratada não é igual à recebida. Em Portugal 20% dos internautas também defendem que a velocidade contratada não é igual à recebida. Mostra ainda que quase metade dos internautas (40%) já tiveram problemas com a disponibilidade do serviço de Internet.


Os dados foram hoje divulgados pela Comissão Europeia que aponta os resultados da pesquisa como uma prova inequívoca da necessidade de avançar com regulação clara na região relativamente à neutralidade da Internet.


O princípio defende uma internet livre, sem discriminação, por parte dos operadores, relativamente ao tráfego gerado pelos utilizadores. Muitos operadores adotam hoje medidas contrárias a este principio com o objetivo de racionalizar os recursos da rede. O caso é uma preocupação para as autoridades que, no entanto, ainda não avançaram com medidas concretas em relação ao assunto.


O estudo europeu está disponível online para consulta.

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