Os dois países vão desenvolver em conjunto quatro projetos de investigação, que envolvem 40 parceiros e que contam com um investimento de 12 milhões de euros para chegar ao terreno. Visam desenvolver novas tecnologias para redes de alto débito em zonas urbanas de elevada densidade.



O ponto de partida do trabalho é a necessidade cada vez maior de banda larga, imposta pela generalização do uso de smartphones e tablets e pela forma como estes dispositivos nos permitem consumir dados, com o vídeo em tempo real a ocupar um espaço cada vez mais relevante nesse contexto.


Este perfil de utilização em larga escala, em ambientes com muita gente, como será Estádio Olímpico de Tóquio durante o evento, dificilmente terá uma resposta adequada das atuais redes de comunicações comerciais. Mais ainda tendo em conta que o número de utilizadores de serviços de banda larga móvel vai continuar a aumentar e em 2017 já deverá ter atingido os 4 mil milhões.


Os projetos inserem-se no esforço da UE para assumir uma posição de liderança nas tecnologias de quinta geração móvel. O mais mediático dos quatro projetos será o RAPID, que em 2017 permitirá que o Estádio Olímpico de Tóquio tenha capacidade para oferecer 1 giga de Internet a cada pessoa que se sente no recinto.


A possibilidade será garantida por novas arquiteturas de rede rádio que os dois países vão desenvolver ao longo dos próximos anos. Uma infraestrutura deste tipo permitirá, por exemplo, fazer o download de um filme em alta definição com duração de uma hora em apenas 30 segundos.



Portugal não tem institutos de investigação envolvidos nos projetos.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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