Vinte e oito de setembro é a data escolhida para o lançamento de dois novos satélites no âmbito do programa espacial europeu, anunciou hoje a Comissão Europeia. Os satélites juntam-se a outros dois lançados no final do ano passado e juntos criam condições para começar a tirar partido do sistema de navegação Galileo.
O Galileo é a peça principal do programa espacial europeu e pretende ser uma alternativa ao GPS (criado pelos norte-americanos), criando condições para identificar de forma precisa a localização de uma pessoa ou objeto no planeta Terra.
O mercado dos sistemas de navegação vale atualmente qualquer coisa como 125 mil milhões de euros e em 2020 deverá valer 250 mil milhões de euros. A criação do sistema Galileo pretende criar condições para fixar na região europeia parte deste potencial de receita, gerado a partir de novas aplicações e soluções que tirem partido da infraestrutura.
O programa Galileo está definido em duas fases. A primeira, atualmente em marcha, prevê o lançamento de quatro satélites e a realização de testes que permitam assegurar a sua adaptação à infraestrutura.
Numa fase posterior será montado o resto do sistema, que prevê a colocação em órbita de um total de 30 satélites (até 2015 deverão estar em órbita 26), a manutenção de dois satélites de apoio em Terra, prontos para substituir algum dos satélites em órbita, centros de controlo e uma rede de estações com sensores espalhada pelo mundo.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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