Depois do alerta ontem deixado pelo Primeiro-Ministro Passos Coelho, Sérgio Monteiro voltou ao tema para lembrar os desafios da abertura dos mercados dizendo que “Portugal não pode recusar o debate e a vanguarda das alterações preconizadas a nível europeu”, “seria um erro que não fez no passado e não quer fazer no futuro”.

Mas, mesmo reconhecendo esta posição que Portugal já assumiu, o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações lembra que há riscos, nomeadamente na europeização dos reguladores. “As políticas estratégicas de regulação do mercado têm de ser discutidas no âmbito do BEREC, mas a aplicação no seu tempo e dimensão tem de atender à realidade de cada país e estádio de desenvolvimento”, sublinha.

Sérgio Monteiro destaca ainda a importância de manter a gestão do espectro no âmbito nacional. “A gestão de espetro tem de continuar a ser definida a nível de Portugal e não europeu. Isso retiraria a Portugal um nível de competitividade que não é aceitável”.

O secretário de Estado reconheceu também a importância do sector das comunicações e brincou com a ideia de que estava perante uma plateia que reunia os 8% do PIB destacados pela APDC na abertura do 23º Congresso, mas pediu também que as empresas se envolvam no desenvolvimento do país, lançando dois desafios: o de promover mais intensamente o emprego jovem e ponderam dar aos seus colaboradores o benefício do passe de transporte público, o que seria uma importante ajuda às empresas do sector dos transportes.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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