Com a chegada à Antártida, o serviço de internet por satélite Starlink, da SpaceX, passou a estar disponível em todos os continentes e, como tal, a garantir a cobertura global que a empresa ambicionava. A novidade foi partilhada pelo próprio Elon Musk numa publicação no Twitter, onde a National Science Foundation também já tinha dado conta dos testes com um novo recetor na Estação de McMurdo, para um serviço polar que vai suportar as atividades científicas no local.
Este novo marco completa-se pouco depois dos serviços da Starlink começarem a funcionar também em África, onde Moçambique e Nigéria foram os primeiros países cobertos, e terem já sido anunciadas datas de arranque da cobertura da Starlink em vários países do sudoeste asiático até final do ano.
Os serviços de internet da Starlink são assegurados por uma constelação de mais de 3 mil satélites, um número que ainda está longe do objetivo final da empresa, que já referiu planos para chegar aos 50 mil satélites, de forma a poder assegurar uma boa cobertura global de internet.
Os serviços da Starlink são caros, em comparação com um serviço normal de internet, mas têm um preço competitivo comparativamente a outras ofertas, quando considerados para zonas remotas, utilização em altitude ou no meio do mar. Estes têm sido precisamente os focos do plano estratégico de expansão da oferta.
Em julho, por exemplo, a empresa anunciou o lançamento de um serviço de internet para embarcações na Europa, a Starlink Marítima, com mensalidades de 5 mil euros. A novidade foi apresentada poucos dias depois da companhia obter autorização regulatória nos EUA para oferecer serviços de internet em aviões, barcos ou automóveis. Antes disso, em abril, a companhia de Elon Musk já tinha firmado o primeiro contrato para disponibilizar os serviços da Starlink em aviões.
Os serviços da Starlink têm também assumido um papel importante na invasão da Rússia à Ucrânia, depois de Elon Musk ter aceitado doar uma quantidade considerável de equipamentos ao país vítima da invasão, para manter acesso a comunicações e apoiar atividades militares.
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