O futuro da gestão pública em Portugal, a reindustrialização para o crescimento económico, o papel da qualificação tecnológica na criação de emprego e da importância do pensamento estratégico nas organizações estiveram, esta quinta-feira, em destaque na edição de 2014 do Q-Day Conference.

Assuntos prementes nos dias que correm, a par da importância do processo de decisão, tema a que a Quidgest também quer dar relevo, nomeadamente instituindo o Prémio Decidir Melhor.

Q-Day Conference à parte, o balanço sobre o mercado de software de gestão em Portugal foi feito "em privado", com o TeK, através de algumas questões adicionais colocadas a Carlos Costa, diretor de Marketing da empresa.



TeK: Como analisam neste momento o mercado de software empresarial em Portugal?

Carlos Costa:
Existe uma natural expetativa de algum crescimento do investimento em tecnologias de informação, fruto de uma maior contenção no decurso dos últimos anos e da crise internacional e consequente pedido de ajuda a que o país esteve sujeito. Assim, e porque tem vindo a emergir um conjunto de tecnologias cada vez mais imprescindíveis para uma maior competitividade das empresas nacionais, acreditamos que quer as entidades públicas quer o setor privado venham a fazer investimentos tecnológicos relevantes a curto e médio prazo. A mudança radical: uma maior aposta na tecnologia pelos benefícios e pela ligação aos serviços ou produtos da organização, ao invés da contratação da tecnologia pela tecnologia. Algo que é de aplaudir e que irá refletir-se nas decisões tecnológicas tomadas e a tomar.

TeK: A estratégia da Quidgest tem mudado? Porquê? Se sim, o que está diferente?


Carlos Costa:
Na Quidgest temos vindo a desenvolver um trabalho consolidado de divulgação da nossa plataforma de geração de sistemas de informação - Genio - ao mesmo tempo em que divulgamos no mercado os benefícios das soluções de gestão personalizadas que desenvolvemos, para além dos sistemas de acompanhamento do negócio - Balanced Scorecard - que são também uma área de aposta. Para além disso, mantemos há muito tempo uma aposta na internacionalização da nossa atividade, que nos tem levado à abertura de operações em diversos países, de que é exemplo a seleção em cada edição do Q-Day Conference de um país em destaque, e que este ano será Marrocos. Adicionalmente, mantemos uma especial atenção às novas tendências, como é o caso da mobilidade, do cloud computing, do BYOD, etc., tendências que temos incorporado na nossa plataforma Genio, de modo a dotar os nossos clientes das ferramentas necessárias para competirem de forma eficaz.

TeK: Os resultados têm sido positivos? O que esperam em termos de negócio para este ano, em comparação com o ano passado?

Carlos Costa:
Os resultados têm vindo a registar uma evolução favorável e deverão terminar em linha com o volume de negócios do ano passado, em que se registou uma forte influência do mercado internacional.

TeK: E o que podem prever relativamente aos próximos meses?

Carlos Costa: Estes últimos meses do ano concentram habitualmente o negócio da Quidgest e este ano esperamos que tal tendência se mantenha. Para responder ao interesse manifestado por vários parceiros na nossa tecnologia, iremos fazer um novo ciclo de Formação e Certificação na Plataforma Genio para parceiros no decurso do mês de novembro. Adicionalmente, esperamos trazer novidades até ao final do ano ou início de 2015 no que diz respeito ao desenvolvimento de novos projetos internacionais nos países latino-americanos e africanos.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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