A Neuralink continua a avançar no desenvolvimento da sua interface cérebro-computador. Segundo Elon Musk, os planos da empresa passam por dar início à produção em grande escala já em 2026, com mudanças na forma como os seus implantes cerebrais são colocados.
Uma empresa russa afirma que consegue controlar pombos com chips no cérebro como se fossem drones tradicionais. As aves vão ser usadas para vigilância urbana, de infraestruturas e operações de busca, sem precisarem de treino.
Um novo sistema de implantes cerebrais, desenvolvido por investigadores do MIT, poderá ajudar no tratamento de doenças neurológicas graves, eliminando os riscos e custos associados às cirurgias.
Em 2005, Audrey Crews perdeu a capacidade de mover os membros devido a um acidente de viação. Hoje, graças a um implante da Neuralink, consegue controlar o computador com a mente e já escreveu o seu nome pela primeira vez em 20 anos.
A Neuralink fechou uma nova ronda de financiamento, captando um total de 650 milhões de dólares. Segundo a empresa de Elon Musk, o financiamento vai ajudar a acelerar o desenvolvimento da tecnologia de implantes cerebrais, mas também a expandir o acesso a mais pacientes.
Com os testes, a Neuralink pretende analisar o impacto do seu implante em pacientes com tetraplegia, permitindo-lhes controlar dispositivos só com o pensamento. Além da autonomia física, o processo também oferece novas possibilidades de interação homem-máquina.
Noland Arbaugh, de 29 anos, é o primeiro paciente a receber um implante da Neuralink e, como mostra a empresa de Elon Musk num novo vídeo, a tecnologia está a ajudá-lo a controlar o computador e até a jogar, seja xadrez online ou Civilization VI, com a mente.
A Neuralink de Elon Musk não é a única a desenvolver interfaces cérebro-computador, muito menos a primeira a colocar implantes cerebrais em humanos, mas continua a chamar a atenção. O que significa o mais recente passo dado pela empresa e como é que a comunidade científica olha para a sua evolução?
A Neuralink tem vindo a desenvolver um tipo de implantes cerebrais que, no futuro, podem ser a chave para tratar doenças como a obesidade ou a esquizofrenia, mas os testes ainda só foram feitos em animais e com muita polémica à mistura. Seguem agora para humanos.
Entre as capacidades do laboratório está o desenvolvimento de projetos de impressão 3D para ligas biocompatíveis ao nível da produção de implantes médicos, com geometrias que imitam os ossos.
A Food and Drug Administration terá apontado um conjunto de problemas sérios que a Neuralink de Elon Musk precisava de resolver antes de poder avançar para a fase de testes da sua tecnologia de implantes cerebrais em humanos.
A aprovação por parte da Food and Drug Administration é fundamental para a Neuralink conseguir avançar nos testes da tecnologia de implantes cerebrais em humanos. Segundo Elon Musk, a empresa pode ter "luz verde" no próximo ano.
No ano passado, a Synchron já tinha colocado implantes cerebrais em pacientes na Austrália. Com o Stentrode implantado, o seu primeiro paciente norte-americano, um homem diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, poderá comunicar utilizando os seus pensamentos.