Depois da reorganização da empresa em 2017, a tecnológica portuguesa registou no ano passado um crescimento de 16% no volume de negócios e 25% em rentabilidade, mas tem planos de investimento em segurança que podem concretizar-se nos próximos meses.
Hoje é dia de eleições europeias mas com o fim do Cartão de Eleitor e do número que lhe estava associado, os cadernos eleitorais foram reorganizados e por isso o local de voto onde habitualmente se dirigia pode ter mudado.
É a primeira vez que a Lenovo consegue ultrapassar a marca dos 50 mil milhões de receitas, num crescimento de 12,5% face ao ano anterior. Todas as unidades foram lucrativas, mesmo a Motorola, e no mercado ibérico a evolução é também positiva.