Andy Rubin foi responsável pela criação do Android, o sistema operativo mais utilizado em smartphones. Depois da saída da Google, formou a Essential, uma fabricante de smartphones que lançou apenas um modelo no mercado e com diversos problemas associados como a partilha de dados pessoais, tendo merecido um pedido de desculpas.
A empresa estava a trabalhar num novo equipamento, um smartphone conceptual que colocava no centro a inteligência artificial, gerido por comandos de voz, o qual havia sido batizado de Project Gem. Mais que um equipamento, a Essential referia-se a este como uma nova experiência que integrava hardware, software e cloud, mudando alguns paradigmas das necessidades dos utilizadores.
O projeto acabou, num cenário negativo onde empresa refere que “apesar dos seus melhores esforços, conseguiram levar o Gem o mais longe que conseguiram, mas não tem um caminho claro de o entregar aos seus clientes”. E por isso decidiram encerrar a empresa.
O primeiro smartphone falhou em vender unidades suficientes para a empresa se manter à tona, e mesmo esta segunda empreitada ambiciosa parecia ser a cartada final para a sobrevivência da empresa. Andy Rubin havia conseguido amealhar 330 milhões em duas rondas de financiamento, resultando na aquisição em 2018 da CloudMagic, uma ajuda vital no projeto.
Com o fecho da empresa, o Essential Phone deixa de receber suporte técnico a partir de 1 de maio.
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