A fotografia tem uma íntima relação com o timing. Nesta arte, são as frações de segundo que ajudam a decidir a espectacularidade de uma imagem, especialmente quando os seus elementos se encontram em movimento. Se os alinhamentos perfeitos duram um instante, é esse o tempo que o autor tem para lhe dar a eternidade.

No espaço, onde tudo impressiona, talvez esta regra não opere em bases tão constritas. Se tudo interessa fotografar, talvez o timing não seja tão ditatorial na hora de registar um momento. Na galeria de outubro, há exemplos que comprovam e refutam esta regra, como o registo de dia 2, onde vemos uma pulsar, disparada por uma supernova, dirigindo-a mais de 1.000 km/h pela Via Láctea.

Mais estáticos pareciam estar os Pilares da Criação, captados pelo telescópio espacial Hubble com um sensor de infravermelhos, no dia 20. A imagem é agora a mais detalha que existe desta formação cósmica onde nascem inúmeras estrelas por ano.

Para assinalar o Dia das Bruxas, a NASA mostrou-nos ainda a nebulosa do Morcego Cósmico, ou LDN 43, para os mais técnicos. Esta formação encontra-se a 1.400 anos-luz de distância, enquadrada na constelação Ophiucus, e consiste num estreito filamento de gases e poeiras que se assemelham a um morcego. As luzes que o iluminam emanam de dentro da composição, de estrelas, formadas no seu interior.

Estas e outras imagens podem ser vistas na galeria abaixo, onde constam os destaques do Astronomy Picture of the Day do mês de outubro. No site oficial do projeto, pode ficar a conhecer as histórias por detrás de todas elas.

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