As empresas e agências espaciais continuam com o olhar atento sobre a situação da guerra na Ucrânia. Os registos das cidades ucranianas são impressionantes, destacando-se a destruição feita pela ofensiva russa pelo território ucraniano. Os pontos estratégicos parecem ser anulados, sendo visíveis pontes destruídas, hangares de aeroportos em ruínas e o fumo que se alastra das casas incendiadas, como efeito colateral do conflito.

As mais recentes imagens foram captadas pelos satélites da Maxar Technologies e pode-se ver os veículos blindados do exército russo a circular. As imagens foram captadas em diversos dias, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia no passado dia 24 de fevereiro. Quase 15 dias depois, a destruição continua a ser evidente.

Além da destruição, as imagens de satélite captaram as pessoas e veículos nas filas de espera para passar as fronteiras, como é o caso da fuga para a Eslováquia, na passagem de Vysne Nemecke, registado no dia 28 de fevereiro.

Veja na galeria as imagens de satélite da guerra na Ucrânia

A guerra continua sem fim à vista. O impacto do conflito em curso também se faz sentir no mundo tecnológico e o bloqueio do acesso à tecnologia e mercados faz parte das sanções impostas pela União Europeia à Rússia na sequência da escalada do conflito. Recorde-se que, ainda antes da Rússia ter lançado a ofensiva militar na Ucrânia, os serviços de várias instituições ucranianas voltaram a afetados por um ataque informático.

A Amazon foi a mais recente tecnológica a tomar medidas, neste caso deixou de aceitar novos clientes dos seus serviços de cloud AWS, tanto na Rússia como na Bielorrússia. A Amazon também não tem quaisquer centros de dados no país, pelo que a decisão deverá ter um impacto reduzido na indústria local.

A indústria da tecnologia está preocupada com o agravamento da crise dos semicondutores gerada pela guerra. A Ucrânia é responsável pela refinação de cerca de 70% do néon, um gás que é um componente crítico na construção de lasers, ferramenta utilizada para o fabrico de chips. E esse componente é uma matéria-prima produzida na Rússia, enviada para a Ucrânia para refinar, exportando depois para o resto do mundo.

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