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Escola Digital: Acesso universal no próximo ano a computadores e internet vai custar 400 milhões de euros

O Conselho de Ministros aprovou hoje a despesa para avançar com a Escola Digital e prepara o lançamento de concursos para compra de computadores, ligação à internet e licenças de software para equipar alunos e docentes.
Escola Digital: Acesso universal no próximo ano a computadores e internet vai custar 400 milhões de euros

A medida já tinha sido avançada por António Costa depois de um Conselho de Ministros e hoje foi confirmada a autorização de uma despesa no valor de 400 milhões de euros para equipar as escolas com meios digitais, nomeadamente computadores, conectividade e serviços conexos para disponibilizar às escolas públicas, a executar nos anos de 2020 e 2021.

O investimento já estava previsto no Programa de estabilização e vai "dotar as escolas, os docentes e os alunos para o desenvolvimento de competências digitais no trabalho escolar", explicou o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que lembra que estes são fundamentais para "um melhor mundo digital, para a economia, e também para o emprego".

O valor será distribuído entre 2020 e 2021 e a medida será implementada em diferentes fases. "Numa primeira fase prevê-se ao nível infraestrutural adquirir computadores, conetividade, licenças e software para as escolas públicas, de modo a disponibilizarem estes recursos a alunos e docentes, dando prioridade aos alunos abrangidos pela ação escolar, até alcançar a paulatina a utilização universal", detalhou o ministro.

Pretende-se que escolas públicas tenham os meios necessários para o acesso e utilização de recursos didáticos e educativos digitais por parte dos alunos e professores.

O programa de estabilização visa ainda "desenvolver um plano para a capacitação digital dos docentes" e "incrementar a produção de um conjunto de novos recursos digitais e também de desmaterialização de recursos físicos como sejam os manuais escolares".

A pandemia de covid-19  obrigou a que os últimos meses do ano letivo 2019/20 fossem concluídos com o recurso ao ensino à distância, e perante a incerteza que ainda existe sobre a progressão do novo coronavírus o Governo está a preparar o arranque do próximo ano de forma cautelosa. A ideia é assegurar que as escolas possam funcionar num modelo misto, que conjugue ensino presencial e à distância, o que justifica a necessidade de implementação rápida destas medidas.

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