Fazendo um balanço positivo da experiência Cyber Europe 2010, conduzida na semana passada, a Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação (ENISA) aponta algumas questões que ainda importa alinhar para que a Europa responda com sucesso em caso de ataque às suas infra-estrtuturas informáticas, nomeadamente a redefinição das políticas de segurança por parte de alguns Estados-membros.

Num resumo da experiência, cujas conclusões finais serão apresentadas no início de 2011, a ENISA refere que se verificou alguma falta de preparação durante os testes, que reflecte o facto de alguns países da UE ainda estarem a realinhar as suas estratégias nacionais.

Um outro aspecto que sobressaiu do Cyber Europe 2010 foi a necessidade de envolver também as entidades privadas nos próximos exercícios.

O Cyber Europe 2010 consistiu num simulacro que reuniu vários especialistas em segurança informática, com o objectivo de analisar e melhorar os mecanismos de defesa da União Europeia.

Consoante o país, foram diversas as entidades públicas envolvidas, nomeadamente os ministérios das comunicações, as autoridades responsáveis pela protecção das infra-estruturas críticas da informação, as organizações de gestão de crises, as equipas nacionais de resposta a incidentes no domínio da segurança informática (CSIRT) as autoridades nacionais para a segurança da informação e os serviços de informações de segurança.

Durante a simulação, os peritos trataram de fazer frente a piratas informáticos que tentaram paralisar serviços online críticos em vários Estados-membros da UE, nomeadamente portais governamentais.

O Cyber Europe 2010 testou a adequação dos pontos de contacto nos países participantes, os canais de comunicação, o tipo de troca de dados através desses canais e a compreensão, por parte dos Estados-Membros, do papel e das responsabilidades das entidades competentes nos restantes países da UE.

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