Em questão estaria uma rede de sites e blogs com fake news, em associação aos serviços Facebook, Instagram, Twitter, Google Plus e YouTube, destinada a criar uma “narrativa” em “sintonia” com os interesses iranianos.
A propaganda destinava-se aos utilizadores nos Estados Unidos, Reino Unido, América Latina e Médio Oriente, de acordo com a Reuters, que cita analistas da empresa de cibersegurança FireEye.
A Rússia já foi associada a campanhas de influência online similares, incluindo o esforço de provocar divisão política entre os eleitores norte-americanos, mas a FireEye sublinha que as táticas usadas agora têm propósitos diferentes.
No caso do Facebook, a remoção de contas terá visado tanto o Irão como a Rússia. A rede social diz ter identificado e banido 652 páginas, de grupos e contas ligadas aos dois países “por manipulação coordenada que incluía a partilha de material político”.
A remoção das páginas, grupos e contas resultaram de quatro investigações - três envolvendo o Irão e uma envolvendo a Rússia -, indicou a empresa norte-americana na terça-feira, através do seu fundador e CEO, Mark Zuckerberg, refere a Lusa.
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