A Irlanda vai levar por diante a medida que em vários locais da Europa (como França e Reino Unido) tem vindo a ser discutida. A Eircom é o operador que a coloca no terreno depois de um processo judicial que lhe deixou pouco espaço de manobra.
A medida prevê que depois de dois avisos sem resultado o utilizador que persista na utilização da sua ligação de Internet para fazer downloads ilegais seja desligado pelo operador. Ás editoras envolvidas no processo cabe fornecer a informação sobre utilizadores suspeitos.
A Eircom aceitou o acordo judicial com a EMI, Sony, Universal e Warner para fugir à possibilidade alternativa, que obrigava a empresa a instalar um programa que permitisse detectar os "piratas" da sua rede.
Para evitar a utilização de um programa que não conhecia e que temia trouxesse implicações para a privacidade dos seus clientes, a operadora aceitou a medida como forma de tentar controlar as actividades ilegais na rede.
O presidente da EMI reconhece que o acordo alcançado com a Eircom é o primeiro do género assinado em todo o mundo. Um comunicado da Eircom dá conta que o acordo assinado será progressivamente estendido a outros operadores.
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