Está na rua mais uma campanha pela acessibilidade online. A iniciativa é promovida pelo European Disability Forum (EDF) numa altura em que 95% dos sites públicos são considerados pouco acessíveis em termos de design e funcionamento, significando que a população mais idosa ou os cidadãos portadores de deficiência podem estar a ser privados de aceder a informação vital na Web.



A campanha denomina-se "We Want Free Movement for all" e pretende lembrar a Comissão Europeia do seu compromisso de melhorar a acessibilidade Web até 2015, num objectivo contemplado na Agenda Digital de apresentar uma proposta legislativa que irá "garantir que os sites do sector público e os sites que prestam serviços básicos aos cidadãos ficarão totalmente acessíveis até 2015".



Refira-se que muito recentemente foi apresentado um estudo que refere que, em 2010, 75% dos sites dos organismos governamentais em Portugal cumpriam com as directrizes de acessibilidade 1.0 do World Wide Web Consortium (W3C), denominadas WCAG 1.0, de nível A (nível de conformidade mínimo).



O relatório, promovido pela UMIC, mostrava uma evolução positiva face à análise anterior, relativa a 2008, em que 70% dos sites da AP respeitaria as regras de acessibilidade.



Na mesma semana tinha sido divulgado um estudo que coloca Portugal entre os melhores da ONU na acessibilidade aos sites governamentais.

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