Os internautas que costumam marcar viagens online estão a correr um risco acrescido. O alerta é dado pelo Provedor do Cliente das Agências de Viagens, que alega que os consumidores estão totalmente desprotegidos neste campo.
Vera Jardim, que apresentou esta terça-feira os dados relativos ao número de queixas das agências de viagens recebidas no primeiro semestre deste ano, adiantou que se tem registado um aumento das reclamações relacionadas com as reservas na Internet, mas avisou que em muitos casos "não se pode fazer nada".
"Têm estado a aumentar as queixas contra as reservas na Internet, mas não temos meios para fazer nada. O provedor não tem qualquer possibilidade de ir ao encontro dos direitos do cliente que se sente defraudado", cita a Lusa.
Segundo o responsável, não existe qualquer entidade a quem os consumidores possam recorrer quando estes portais tenham sede fora do país, a não ser os tribunais.
"As pessoas que fazem as reservas pela Internet não têm noção que depois não podem reclamar", afirmou o provedor, adiantando que, mesmo o recurso ao tribunal é difícil já que, por vezes, não se conseguem identificar os responsáveis pela reserva.
O Provedor do Cliente disse ainda que esta não é a situação dos portais portugueses de viagem, uma vez que esses estão identificados.
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