Continua o braço de ferro entre a marca da maçã e o Departamento de Justiça norte-americano (DoJ), a propósito da condenação da Apple por conspiração no mercado dos ebooks. Os representantes da justiça disseram recentemente que a Apple estava a ser intransigente nos remédios propostos. A tecnológica respondeu que o DoJ está a beneficiar a concorrência.

Sobre a revisão de remédios feita pelo Departamento de Justiça, a Apple diz que o órgão está a tentar de forma transparente atacar a credibilidade da empresa e está a impor obrigações fora das proporções que foram evidenciadas durante o caso.

De acordo com o AllThingsD, a tecnológica liderada por Tim Cook quer que o DoJ retire as propostas apresentadas e que submeta um conjunto de novos remédios. A Apple vai ainda mais longe e acusa o Departamento de Justiça de apresentar um conjunto de medidas que são favoráveis à Amazon.

Em causa está uma proposta em que empresas como a Amazon e a Barnes & Noble podem colocar links para as suas lojas de livros digitais dentro das aplicações que têm na App Store da Apple, sem terem que pagar a respetiva comissão relativa à venda. Este cenário, diz a Apple, dá vantagem competitiva à concorrência. As editoras que conspiraram com a Apple já vieram a público defender a marca da maçã e considerar como exagerada a reação da justiça dos EUA.

A discussão entre as duas partes vai continuar já que durante o dia de hoje, 27 de agosto, a Apple e o Departamento de Justiça vão reunir-se de novo com o juiz do caso para debater as consequências dos remédios anticoncorrenciais.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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