A abertura da sucursal em Portugal vem no seguimento do prémio de 100 mil euros da Caixa Capital Awards da área de Produtos e Serviços da 3ª edição da Building Global Innovators (BGI), ganho em 2012, coma possibilidade de duplicação do montante, caso cumpridas determinadas premissas. Uma delas era a abertura de uma sucursal.

Com sede em Itália, Milão, e uma subsidiária nos Estados Unidos, os escritórios portugueses, localizados na incubadora LABS Lisboa vão focar-se primeiramente no desenvolvimento do software de controlo de um dispositivo para satélites em final de vida que a D-Orbit tem vindo a construir.

Pretende-se que este dispositivo, instalado antes do lançamento, seja capaz de trazer novamente para a atmosfera este satélites, de uma forma rápida e controlada, e assim assegurar uma destruição segura ou afastá-los para o espaço sideral.

Tal dispositivo permitirá uma exploração mais sustentável ao espaço, contribuindo para aumentar o tempo de vida em órbita, diminuir a complexidade da manobra de final de vida e evitar os custos resultantes das colisões com outros satélites/naves espaciais ou ativos no planeta.

Na fase de entrada no mercado português, a D-Orbit está à procura de parceiros entre as empresas, centros de investigação e universidades portuguesas do sector aeroespacial, para participar em projetos do programa espacial da Comunidade Europeia Horizon 2020 e da Agência Espacial Europeia, refere em comunicado.

A empresa está também a recrutar um engenheiro português, sendo que no momento procura dois estagiários "brilhantes" - engenheiro de software e engenheiro aeroespacial -, "com uma forte paixão pelo espaço e empenhado em fazer a diferença".

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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