A dificuldade de interoperabilidade com outras aplicações, que afecta alunos e professores, está na base de uma queixa que a agência britânica para a educação e tecnologias da informação entregou ontem à União Europeia contra o formato Open XML da Microsoft. A BECTA (British Educational Communications and Technology Agency) afirma que este novo formato desencoraja a concorrência.
A agência tinha já entregue no ano passado uma queixa aos reguladores nacionais britânicos sobre a interoperabilidade e as condições de licenciamento do software da Microsoft nas escolas, que a agência alega basear-se em práticas anticoncorrenciais, mas os reguladores ainda estão a analisar o dossier.
Agora o formato OOXML está no centro da nova queixa, sobretudo devido Às dificuldades de interoperabilidade. “As barreiras à interoperabilidade limitam as escolhas. No contexto do sistema de educação isso pode resultar em preços mais elevados e um conjunto de outros efeitos indesejáveis”, afirma a agência numa declaração sobre esta queixa.
A Microsoft já se pronunciou sobre esta questão através da sua porta voz Anne-Sophie de Brancion, afirmando estar disposta a cooperar com a agência britânica e a Comissão europeia, referindo as aplicações desenvolvidas com financiamento da empresa para garantir a interoperabilidade com o formato OpenDocument.
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