Foi desactivada uma rede pirata operacional há mais de 10 anos que mantinha "cativos" 2,5 milhões de computadores, infectados pelo vírus Coreflood, com o objectivo de "desviar" dinheiro.
A operação, conduzida a partir dos Estados Unidos (onde estavam 1,8 milhões dos 2,5 milhões de PCs infectados), implicou o encerramento de cinco servidores e 29 domínios Internet e é descrita pelo Departamento de Justiça norte-americano como "a mais completa de sempre, conduzida internamente, para neutralizar uma botnet internacional".
Estão igualmente acusadas 13 pessoas não identificadas, num processo que decorre nos tribunais do Connecticut, nenhuma delas de nacionalidade norte-americana. A rede pirata seria controlada a partir da Rússia.
Os computadores associados à botnet recolhiam os dados introduzidos pelos utilizadores a partir do seu teclado, como informação de acesso a contas bancárias, para uso posterior.
Ao longo deste tempo, os cibercriminosos terão acumulado mais de 100 milhões de dólares com este esquema.
A desactivação desta rede sucede poucas semanas após o bloqueio de uma outra botnet, a Rustock, considerada uma das maiores redes de spam do mundo, numa operação que contou com a "parceria" da Microsoft.
Calcula-se que a Rustock tenha convertido em zombies um milhão de máquinas através das quais enviava milhares de milhões de mensagens todos os dias, muitas delas promovendo medicamentos falsos e perigosos.
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