São cada vez mais frequentes as notícias em torno de crimes cibernéticos, tais como o roubo de credenciais para a prática de ransomware, burlas informáticas, abuso de menores, e outras. Nesse sentido, as empresas têm vindo a reforçar as suas equipas com profissionais qualificados para fazer face aos perigos imergentes. E especialista em segurança Exclusive Group refere que até 2021 existirão cerca de 3,5 milhões de vagas por preencher na área de cibersegurança.

O setor terá novas oportunidades de emprego, necessitando de soluções e serviços mais completos, ágeis e eficazes, refere o comunicado. Os crimes informáticos são cada vez mais sofisticados e agressivos, requerendo uma resposta à altura. É ainda referido que as empresas têm uma maior consciencialização sobre os problemas da segurança, tornando-se mais proativas no combate ao cibercrime.

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Ainda assim, o número de postos de trabalho na área não consegue acompanhar o aumento do cibercrime, o que custará mais de 100 mil milhões de dólares por ano, até 2021, prevê a especialista. Nos próximos cinco anos as ofertas de trabalho no setor vão triplicar, e só na Europa haverá um défice de 350.000 trabalhadores até 2022.

A Exclusive Group salienta ainda que neste complexo mundo interconectado, a segurança das empresas não deve ficar apenas nas mãos dos especialistas, mas também nas equipas de TI e os trabalhadores que devem ser educados e envolvidos na defesa das suas aplicações e dados, assim como os dispositivos e as infraestruturas.

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