Cento e setenta mil euros por ano são quanto o Estado vai poupar com a integração da função informática da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) na Agência para a Modernização Administrativa.
O projeto é um piloto e uma das medidas previstas no Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC. Neste caso concreto permitiu uma poupança que representa metade da despesa anual com TIC do IGAC no ano anterior. Em comunicado, a AMA explica que boa parte da poupança é o resultado da "adoção generalizada de software em código aberto".
O Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC (PGERRTIC) é uma iniciativa que prevê poupanças anuais de 500 milhões de euros, decorrentes da implementação de um conjunto de medidas de otimização e eficiência das Tecnologias de Informação ao serviço do Estado. A medida concreta do programa onde se insere o projeto-piloto do IGAC é a medida 2, que prevê centralizar e racionalizar funções informáticas numa única entidade em cada ministério.
Ainda segundo a AMA, estiveram envolvidos no projeto um consórcio de empresas portuguesas onde se integram a Caixa Mágica, INOKConsulting e Ângulo Sólido.
O IGAC tem como atribuições a monitorização da segurança de espetáculos e a defesa dos direitos de autor. Está integrado na Presidência do Conselho de Ministros, estrutura que também integra a AMA.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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