A Samsung não encontrou indícios de exploração do trabalho infantil na fábrica da HEG, que sujeitou a uma auditoria na sequência das acusações de que a empresa estaria a contratar menores de 16 anos, que vieram a público no início de agosto.

A fabricante, que produz leitores de DVD e telemóveis para a gigante coreana, foi alvo de uma denúncia por parte de uma associação chinesa de defesa dos direitos dos trabalhadores, segundo a qual estaria a empregar jovens que trabalhavam entre 11 e 13 horas por dia, apenas com uma pausa de 40 minutos, aos quais pagava menos do que aos adultos.

A Samsung disse, na altura, que iria enviar uma equipa para o local para averiguar a situação, e terá encontrado "problemas", mas não indícios de trabalho infantil, fez saber a gigante coreana.

De acordo com a informação veiculada pela imprensa internacional, a Samsung ordenou à HEG que resolvesse problemas relacionados com "práticas potencialmente inseguras", entre outros, escreve a BBC.

A empresa vai também ampliar as investigações a mais 249 fornecedores da marca, afirmou.

"Temos uma política de tolerância zero relativamente ao trabalho infantil e estamos, por isso, a conduzir mais auditorias no terreno para assegurar que todas a nossas fábricas na China, tanto as de fornecedores como as detidas por nós, estão de acordo com as leis do trabalho em vigor", afirma a empresa num comunicado oficial.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes

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