Filipe Ferreira acredita que a inovação deve caminhar lado a lado com a ética e o respeito pelas pessoas e diz que o futuro do mercado das apps está nas mãos de quem compreende que gestão de privacidade não é só proteger dados, mas proteger pessoas.
Pedro Caetano explica como o SAFe (Scaled Agile Framework) pode ligar as equipas técnicas, negócio e liderança num mesmo rumo e criar condições para que a agilidade escale sem fragmentação nas empresas.
Partilhado a sua experiência, Pedro Sousa afirma que quanto maior for a qualidade dos requisitos, mais simples, previsível e eficaz é a geração de código pelos agentes de IA.
O impacto da Inteligência Artificial nas várias áreas e Hugo Filipe destaca que a função mais importante não é substituir o humano, mas devolver-lhe aquilo que se perdeu na pressa para chegar a lugar algum.
Os carros modernos funcionam como um sistema de computação distribuído e Abdelrahman Mabrouk explica como deve ser abordada a cibersegurança e a necessidade de integrar TARA e HARA em fluxos de engenharia unificados.
Entre o potencial que as novas tecnologias abrem no ensino e a necessidade de responsabilização e ética, José João Mendes diz que a Inteligência Artificial marca o início de uma nova era.
Manuel Dias explica o processo que levou à criação da Carteira Digital da Empresa, o impacto na simplificação do dia a dia e a importância da eficiência administrativa para a competitividade da economia.
A entrada de profissionais juniores nas empresas tecnológicas está a ser redefinida e dificilmente seguirá o mesmo percurso das gerações anteriores, avisa Marco Oliveira, que defende que atrair e reter talento tecnológico em 2026 exige menos euforia e mais liderança consciente.
A IA Generativa está a transformar a forma de proteção de ambientes digitais e industriais, mas Abílio Duarte defende que as equipas Nearshore de cibersegurança desempenham um papel crítico na engenharia contínua e proteção, oferecendo uma colaboração próxima, alinhamento cultural e interação em tem
A IA vai também permitir criar propostas de crédito consolidado verdadeiramente personalizadas mas Rita Quaresma lembra que a transformação não vai acontecer isoladamente.
A propósito do Dia Mundial da educação, Rui Duro destaca a importância da exposição precoce a conceitos de cibersegurança, que funciona como uma verdadeira infraestrutura de segurança.
A inteligência artificial na região EMEA está a entrar numa nova era definida não pela experimentação, mas pela execução. Em toda a região, a conversa está a mudar de “como construímos IA?” para “como a potenciamos, governamos e escalamos de forma responsável?”, defende Simone Larsson
Num cenário em que a informação e a inteligência se tornarão instantâneas e abundantes, o valor humano passará pela capacidade de tomar decisões em contextos ambíguos, de consensualizar valores e prioridades, defende Miguel Oliveira.
Para Filipa Pinheiro Baptista, a digitalização na saúde traz vantagens de acesso e cuidados sem fronteiras, valorização de talento e sustentabilidade, e o futuro será feito de pontes, entre pessoas, instituições e tecnologia. Na sua visão, Portugal tem todas as condições para liderar esta transforma
Há anos que falamos em transformação digital, mas a verdade é que muitos ainda estão a digitalizar documentos, enquanto o mundo já começou a dar inteligência ao passado. E é isso que muda tudo, destaca Paulo Veiga.
Francisco Marques defende que Portugal tem hoje uma oportunidade histórica e que se abre uma nova etapa em que deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia estrangeira, e se assume como produtor de conhecimento, inovação e soluções globais.
A propósito do BEN, o primeiro automóvel elétrico do CEiiA, Francisco Jaime Quesado destaca o exemplo da aposta na agenda de mobilidade inteligente para as cidades.
Para David Ferreira, o Logical Data Management emerge como uma resposta estruturante aos desafios da era digital, ao combinar virtualização, governação de dados e orientação a produtos numa abordagem unificada.
Com experiência no trabalho com municípios, Hugo Lopes destaca neste artigo a importância da interoperabilidade no software do Estado e lembra que o Data Act vai trazer mudanças.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.