Sofia Tenreiro usa a sua experiência profissional para destacar a importância de ambientes de trabalho diversos, onde todos têm acesso a oportunidades de desenvolvimento, aprendizagem e crescimento, o que considera ser uma poderosa alavanca para estimular a criatividade e acelerar a inovação.
A polémica da entrada de influencers nas escolas, com mensagens sexuais e misóginas, leva à reflexão de Gisela Costa Rosado, que lembra que eles não entraram em apenas 79 escolas mas estão em todas as que não proibem o uso de telemóveis, e também em muitas casas.
Catarina Peyroteo Salteiro destaca os padrões de sub-representação feminina que persistem, numa realidade complexa onde o "glass ceiling" se mantém, e alerta para a necessidade de reconhecermos que as regras do jogo foram desenhadas para privilegiar acesso e não o verdadeiro mérito e capacidade.
Andreia Trigo alerta para a assimetria que persiste no mercado das startups, em especial no acesso a financiamento por mulheres, e defende que tem de existir um alinhamento para a inovação atingir o seu verdadeiro potencial.
Cláudia Mendes Silva, diretora da Women in Tech Portugal, defende o início da formação em tecnologia mais cedo para formar o talento tech da próxima década, um trabalho em que a organização está a apostar.
Luisa Ribeiro Lopes escreve sobre a desigualdade de género no digital, e deixa uma pergunta central: porque é que, num setor que se orgulha de disrupção, a igualdade de género continua a ser tratada como um processo incremental?
A preocupação com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental estão a orientar projetos de design de interiores, onde a a impressão digital sustentável e os materiais reciclados passam a integrar a narrativa criativa dos espaços, escreve Raúl Sanahuja.
A palavra enshittification foi popularizada pelo escritor e ativista tecnológico Cory Doctorow para representar a degradação progressiva e deliberada de um serviço. Paulo Fonseca defende que a "merdificação" não é m caminho inevitável da tecnologia e que devemos defender os nossos direitos.
A evolução das necessidades de processamento e inferência de IA na cloud, e as exigências de soberania de dados, trazem novos desafios às Neoclouds, defende Thomas King.
São vários os casos de investigação apoiada na tecnologia de Inteligência Artificial e Cloud que ajudam a identificar e a tratar doenças raras. Rowland Illing destaca o o potencial de transformar profundamente a experiência dos doentes, garantindo que recebem o reconhecimento, a atenção e o apoio ne
A olhar para as transformações no sector imobiliário, Miguel Silva sublinha que a relação, empatia e confiança continuam a ser os pilares diferenciadores. E a tecnologia existe para os reforçar, não para os substituir.
Do lado do código aberto e de quem o desenvolve, a consciência da importância da proteção de dados existe e muito tem sido feito, defende Eduardo Taborda.
Filipe Ferreira acredita que a inovação deve caminhar lado a lado com a ética e o respeito pelas pessoas e diz que o futuro do mercado das apps está nas mãos de quem compreende que gestão de privacidade não é só proteger dados, mas proteger pessoas.
Pedro Caetano explica como o SAFe (Scaled Agile Framework) pode ligar as equipas técnicas, negócio e liderança num mesmo rumo e criar condições para que a agilidade escale sem fragmentação nas empresas.
Ao colocar responsabilidades claras ao nível da gestão de topo, a NIS2 rompe com a ideia confortável de que o risco pode ser totalmente delegado. Já não se trata apenas de proteger sistemas ou infraestruturas, mas de garantir continuidade de negócio, avisa Carlos Carvalho.
Para muitos CIOs e responsáveis de IT o desafio deixou de ser inovar. Passou a ser manter a operação sustentável num contexto em que o custo da infraestrutura cresce mais depressa do que os orçamentos, avisa Pedro Lomba.
Partilhado a sua experiência, Pedro Sousa afirma que quanto maior for a qualidade dos requisitos, mais simples, previsível e eficaz é a geração de código pelos agentes de IA.
O impacto da Inteligência Artificial nas várias áreas e Hugo Filipe destaca que a função mais importante não é substituir o humano, mas devolver-lhe aquilo que se perdeu na pressa para chegar a lugar algum.
Os carros modernos funcionam como um sistema de computação distribuído e Abdelrahman Mabrouk explica como deve ser abordada a cibersegurança e a necessidade de integrar TARA e HARA em fluxos de engenharia unificados.
Entre o potencial que as novas tecnologias abrem no ensino e a necessidade de responsabilização e ética, José João Mendes diz que a Inteligência Artificial marca o início de uma nova era.
Manuel Dias explica o processo que levou à criação da Carteira Digital da Empresa, o impacto na simplificação do dia a dia e a importância da eficiência administrativa para a competitividade da economia.
A entrada de profissionais juniores nas empresas tecnológicas está a ser redefinida e dificilmente seguirá o mesmo percurso das gerações anteriores, avisa Marco Oliveira, que defende que atrair e reter talento tecnológico em 2026 exige menos euforia e mais liderança consciente.