Através de uma carta aberta, Pedro Moura sublinha o superpoder do Geospatial Intelligence e a importância que a informação geográfica tem para o negócio, assim como a integração em plataformas fáceis de usar,
Saber como os agentes tomam decisões, como respondem a incentivos, como aprendem com o erro ou como reagem a conflitos — são perguntas que pertencem tanto à engenharia como à ciência psicológica, avisa Miguel Oliveira, afirmando que a literacia em IA torna-se essencial.
David Amorín defende que a tecnologia não deve ser um privilégio reservado às grandes corporações e explica que, se queremos um ecossistema empresarial mais forte, mais competitivo e mais resiliente, temos de garantir que as ferramentas-chave estejam ao alcance de todos.
Manuel Matos dos Santos explica que para quem quer entrar no setor tecnológico e na transformação digital, uma academia é hoje uma iniciativa de destaque enquanto uma das melhores portas de entrada.
O setor financeiro está a reinventar-se com a tecnologia de ponta. Miguel Madeira defende que, com o apoio da inteligência artificial generativa e da automação inteligente, a concessão do crédito habitação entra numa nova era: mais digital, mais ágil e, sobretudo, mais centrada no utilizador.
A transição digital continua a representar um desafio significativo para muitas PMEs, como reconhece Célio Rijo, avisando que adotar a tecnologia certa, ao ritmo certo e com o acompanhamento certo é, hoje, uma das decisões mais estratégicas que podem tomar.
Bruno Pereira admite que num mundo cada vez mais afogado num oceano de dados, a outrora modesta tarefa de preparar esses dados já não é apenas um passo preliminar; está a tornar-se rapidamente a base crítica sobre a qual se sustenta toda a análise de dados e tomada de decisão bem-sucedida.
Perante as transformações que a inteligência artificial está a trazer às empresas, Nuno Rodrigues defende que o maior desafio não é tecnológico, mas sim cultural.
Será possível uma IA pecar? Pode uma entidade não-biológica cometer actos morais ou imorais, ser virtuosa ou perversa? Estas perguntas já não são apenas filosóficas: são práticas, defende Henrique Jorge.
Ana Barqueira regista as vantagens de utilizar as tecnologias da informação nos cuidados de saúde mas destaca os desafios que ainda existem na literacia digital, privacidade dos dados e acesso equitativo,
Olhando para a manipulação crescente de áudio, vídeo e imagem, gerada por inteligência artificial, Rui Branco diz que para mitigar os riscos as organizações têm de adotar uma abordagem multifacetada, controlos técnicos e não técnicos e novos processos empresariais.
Catorze anos depois da morte de Diogo Vasconcelos, Francisco Jaime Quesado recorda o papel do gestor no desenvolvimento de projetos para um Portugal inovador, sublinhando a sua visão do futuro,
O grande trunfo da nova geração de soluções de field service é a integração de Inteligência Artificial (IA) em cada etapa do processo, explica Aboud Touma neste artigo de opinião.
O apagão elétrico de 28 de abril mergulhou o país na escuridão e António Queirós aponta para a necessidade de investimento no armazenamento de energia.
Daniela Antão defende que a única indústria digital em que a Europa compete taco-a-taco com os EUA é a da realidade aumentada, virtual e mista. Portugal pode ambicionar a ser a XR-West Coast da Europa.
A mobilidade conectada está a tornar-se uma realidade e Bruno Gonçalves diz que os primeiros passos já foram dados, e as cidades do futuro serão marcadas por soluções que integram veículos autónomos, infraestrutura inteligente e serviços multimodais.
A propósito do 34º Digital Business Congress da APDC, que decorre na próxima semana em Lisboa, Francisco Jaime Quesado lembra que a afirmação de uma agenda de renovação digital constitui um claro desafio a um compromisso mais do que necessário entre competitividade e coesão social, voltado para os d
A propósito do Programa do XXV Governo Constitucional e da proposta de Reforma do Estado assumida no novo Ministério, Luís Vidigal escreve sobre a revolução silenciosa que deve ir além de uma legislatura.
A vantagem competitiva da Banca constrói-se hoje com tecnologia e Hugo Roque avisa que a banca do futuro será aquela que conseguir criar um ciclo virtuoso de inovação, onde eficiência e experiência andam lado a lado.
Perante a diversidade em sala de aula, que vai além das questões linguísticas, Pedro Gentil defende um modelo apoiado por ferramentas digitais que dão aos professores mais flexibilidade.
O mercado global de software e eletrónica automóvel deverá atingir os 462 mil milhões de dólares até 2030 e a cloud é cada vez mais relevante, como nota Oleksandr Horbachenko neste artigo de opinião.