Atualmente, há ferramentas acessíveis que permitem gerir o negócio à distância, facilitando as vendas e o atendimento ao cliente, tudo de forma automática, lembra Alessandro Lima.
Para Francisco Jaime Quesado, apostar na excelência deve constituir um compromisso permanente na procura do valor, da inovação e da criatividade como factores críticos da mudança.
Numa altura em que as equipas estão reduzidas, Herman Duarte lembra que os atacantes sabem que a vigilância pode estar diminuída, tornando esta época especialmente atrativa para lançar certos tipos de ataques.
Abordando a evolução da tecnologia 5G e a sua implementação, António Conde Valente defende que o 5G ainda não cumpriu tudo o que prometeu,mas não está condenado ao fracasso.
Eduardo Santos alerta para o impacto da opção assumida por Portugal na regulação dos direitos de autor para a área da produção e investigação científica, uma "originalidade" que cria um cenário absurdo e prejudicial à ciência nacional.
A transposição da diretiva europeia SIS2 traz novas obrigações para as empresas e valores de multa que podem chegar a 4% das receitas. Zuzana Fabianová lembra que a segurança não deve asfixiar o negócio nem travar a inovação.
A computação em cloud é apontada como a pedra angular da inovação tecnológica e fornece uma base segura para que as organizações construam e analisem iniciativas de transformação digital, defendem Tom Soderstrom e Tom Godden, que alinha as tendências de 2025.
Para Miguel S. Albergaria, a eficiência do pensamento técnico requer uma seleção cuidadosa das ferramentas concetuais a utilizar. O autor lembra que este é particularmente oportuno na nossa governação coletiva.
Antecipando a consulta pública sobre o “Digital Fairness Act”, Paulo Fonseca fala neste artigo sobre a necessidade de garantir a proteção digital dos consumidores com uma abordagem forte, coerente e centrada nos direitos humanos.
Duncan McDonald alerta que o phishing alimentado por inteligência artificial e a personificação com deepfakes estão a tornar os ataques mais difíceis de detetar e mais fáceis de escalar.
Portugal tem assistido a um aumento significativo do investimento em soluções de cibersegurança, tanto no setor público como no privado e Alex Benito destaca a utilização de IA como aliada estratégica.
A olhar para a evolução das fábricas e do IoT, José Dias lembra que num ambiente onde o tempo de atividade e a segurança são primordiais, a única suposição segura é que tudo – humano ou máquina – pode ser comprometido.
Para Gregorio Ferreira, o futuro pertence a quem não se limita a construir IA, mas o faz de forma responsável. A avaliação estruturada é o caminho para lá chegar.
Através de uma carta aberta, Pedro Moura sublinha o superpoder do Geospatial Intelligence e a importância que a informação geográfica tem para o negócio, assim como a integração em plataformas fáceis de usar,
Saber como os agentes tomam decisões, como respondem a incentivos, como aprendem com o erro ou como reagem a conflitos — são perguntas que pertencem tanto à engenharia como à ciência psicológica, avisa Miguel Oliveira, afirmando que a literacia em IA torna-se essencial.
David Amorín defende que a tecnologia não deve ser um privilégio reservado às grandes corporações e explica que, se queremos um ecossistema empresarial mais forte, mais competitivo e mais resiliente, temos de garantir que as ferramentas-chave estejam ao alcance de todos.
Manuel Matos dos Santos explica que para quem quer entrar no setor tecnológico e na transformação digital, uma academia é hoje uma iniciativa de destaque enquanto uma das melhores portas de entrada.
O setor financeiro está a reinventar-se com a tecnologia de ponta. Miguel Madeira defende que, com o apoio da inteligência artificial generativa e da automação inteligente, a concessão do crédito habitação entra numa nova era: mais digital, mais ágil e, sobretudo, mais centrada no utilizador.
A transição digital continua a representar um desafio significativo para muitas PMEs, como reconhece Célio Rijo, avisando que adotar a tecnologia certa, ao ritmo certo e com o acompanhamento certo é, hoje, uma das decisões mais estratégicas que podem tomar.
Bruno Pereira admite que num mundo cada vez mais afogado num oceano de dados, a outrora modesta tarefa de preparar esses dados já não é apenas um passo preliminar; está a tornar-se rapidamente a base crítica sobre a qual se sustenta toda a análise de dados e tomada de decisão bem-sucedida.
Perante as transformações que a inteligência artificial está a trazer às empresas, Nuno Rodrigues defende que o maior desafio não é tecnológico, mas sim cultural.