O cápsula Starliner da Boeing ficou em terra devido a problema técnico detetado pela NASA numa válvula do foguetão Atlas V. A missão tripulada de teste pode acontecer entre hoje e sábado.
Este mês o eclipse solar total de 8 de abril foi o centro da atenção dos observadores do céu, mas há muito mais para descobrir entre as imagens que foram captadas pelos cientistas e os telescópios espaciais.
O GAO alertou para o facto da NASA não estar a impor às empresas subcontratadas para os programas e projetos espaciais a normalização obrigatória de boas práticas relativas à cibersegurança.
Os cientistas da Predictive Science tentaram prever como seria a coroa do Sol durante o eclipse solar total de abril e geraram uma imagem a partir de supercomputadores da NASA.
Os quatro elementos da Crew 8 estiveram a bordo para movimentar a cápsula Dragon na Estação Espacial Internacional e preparar a chegada da Starliner da Boeing.
Em 25 anos, o site Earth Observatory reuniu mais de 18.000 "histórias" contadas em imagens, sobre acontecimentos recentes ou mudanças registadas durante décadas. A NASA escolheu 25 para comemorar a data momento e criou um vídeo com todas elas.
Formada a partir de uma nuvem interestelar em colapso, a nebulosa Cabeça de Cavalo destaca-se pela sua estrutura única, erguendo-se entre ondas de poeira e gás, na constelação de Orion, a cerca de 1.300 anos-luz de distância.
Num fenómeno raro, a NASA observou quatro erupções solares irromperem do Sol quase ao mesmo tempo e uma delas pode estar a caminho da Terra. A consequência positiva são as vibrantes e sempre belas auroras provocadas.
É quase inacreditável que depois de superar todas as expetativas, o pequeno helicóptero que provou ser possível voar noutros mundos ainda tenha algo para oferecer. O Ingenuity já não voa, mas pode fazer outra coisa. Entretanto há o vídeo da última viagem.
O experiente telescópio Hubble desta vez aventurou-se numa verdadeira “caça aos asteroides”. Mas não aos maiores e sim aos de pequena dimensão, bem mais difíceis de ver. Com direito a vários “photo bombs”, os resultados superaram as expectativas.
Se tudo correr como planeado, o helicóptero chegará a Titã em 2034, voando sobre dezenas de locais na lua do gigante Saturno, em busca de processos químicos pré-bióticos que foram comuns na Terra primitiva, antes do desenvolvimento da vida.
A situação insólita aconteceu no mês passado, quando um norte-americano se queixou no X (Twitter) que um objeto metálico vindo do céu tinha chocado com a casa onde vive, atravessando o teto e dois andares e quase atingiu o filho.
A recuperação do solo e das rochas de Marte está na lista de tarefas da NASA há décadas, mas a data de concretização continua a avançar, à medida que os custos aumentam.
Três empresas vão competir numa “corrida” lançada pela NASA para escolher o veículo todo o terreno que os astronautas irão conduzir por “estradas lunares” na futura missão Artemis V. Mais para a frente junta-se um rover pressurizado feito no Japão.
A nova abordagem da NASA à sustentabilidade espacial reconhece quatro domínios operacionais: Terra, órbita terrestre, espaço cislunar - a área orbital próxima e em redor da Lua - e espaço profundo, incluindo outros corpos celestes.
Desta vez a Lua foi vista a “tapar” completamente o Sol em algumas regiões da América do Norte, mas Portugal também vai ter direito a ver ao raro “espetáculo” de um eclipse solar total. Por enquanto, correm o mundo as imagens deslumbrantes deste.
Galáxias interativas, cometas "rodopiantes" e até eclipses solares no fim do mundo - numa antevisão do “espetáculo” preparado para daqui a uns dias - estão entre as imagens dos álbuns fotográficos espaciais da NASA no mês de março.
Os astronautas que estão na Estação Espacial Internacional vão poder assistir ao eclipse solar total do próximo dia 8 de abril, de um ponto de vista muito diferente.
A sonda Solar Orbiter está a alcançar o ponto mais próximo do Sol e apesar de ser a altura mais importante para as atividades científicas, está sujeita às condições imprevisíveis do astro. Saiba os planos da ESA e a NASA para mitigar possíveis problemas.
Há milhares de milhões de anos, Marte era um planeta mais húmido e provavelmente mais quente do que é hoje. O rover Curiosity foi tirar teimas sobre esse passado idêntico à Terra no canal Gediz Vallis, uma formação que parece uma cobra e que deverá ter sido esculpida por um antigo rio.
Os dados de crescimento e desenvolvimento das plantas, a par da medição de parâmetros ambientais, irão ajudar os cientistas a compreenderem o uso de plantas cultivadas na Lua para a alimentação humana e o suporte de vida na sua superfície e em Marte.
O eclipse solar que vai acontecer no próximo dia 8 de abril é uma oportunidade também para descobrir o impacto do fenómeno na formação das nuvens e há um desafio em marcha para quem quiser participar.
O gelo marinho continua a diminuir, tanto na parte superior como na parte inferior do planeta. Nas águas em redor da Antártida, a capa de gelo baixou para mínimos quase históricos pelo terceiro ano consecutivo.