Os novos smartphones são a quarta geração de dobráveis da Samsung e a empresa apostou na qualidade dos materiais, mais robustos e resistentes, assim como a escolha dos componentes de hardware mais recentes e câmaras otimizadas para os Galaxy Z Fold4 e Galaxy Z Flip4. Tudo afinado para quem quer ter o melhor hardware e uma experiência melhorada.

O SAPO TEK já teve oportunidade de experimentar os novos equipamentos, e para além da atualização de hardware destaca também as mudanças na experiência de utilização, com maior adaptação aos ecrãs grandes e à flexibilidade de abertura a 95º. Os smartphones continuam a ser equipamentos ainda para um nicho específico de utilizadores mas estão cada vez mais próximos de se tornarem uma opção clara para quem quer diferenciar-se pela flexibilidade e usabilidade, e não apenas por ter um telemóvel que fecha e que estende a capacidade do ecrã.

Veja as imagens das primeiras impressões dos novos Galaxy Z Fold4 e Galaxy Z Flip4

Para isso a Samsung está a trabalhar com a Microsoft e a Google para que o software se adapte mais aos ecrãs dobráveis e nos novos equipamentos já tem resultados práticos. Também há optimizações com a Meta para o Facebook, Instagram e WhatsApp, e com o TikTok para a rede social que capta muita da atenção dos utilizadores de smartphones atuais.

Primeiras impressões: Samsung Galaxy Z Flip4 e Z Fold4 abrem e ampliam experiências no uso de smartphones
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O Z Fold4 vem com a versão específica do Android para dobráveis, o Android 12L e quem quiser explorar as funções pode ver como se torna prático ter várias janelas abertas e alternar entre elas, ou usar uma espécie de track pad na “base” do ecrã quando está aberto a 95 graus, o Touchpad Flex que só funciona em algumas aplicações.

Quanto custam os novos smartphones da Samsung

A Samsung já vendeu mais de 10 milhões de dobráveis em 2021, como confirmou TM Roh, presidente do sector móvel da empresa, que acredita que este é o formato que a indústria vai seguir quer manter a liderança do segmento que deverá valer vendas de 75 milhões de smartphones dobráveis em 2025.

A definição de uma experiência de utilizador diferente é um dos fatores principais para o crescimento dos dobráveis, mas também o preço, e por isso a Samsung está a manter os valores do Z Fold4 e do Z Flip4 face ao ano passado. 

Os valores do Z Fold4 mantêm-se a partir de 1.859 euros para o modelo de 256 GB, passando a 1.979 euros para 512 GB, estando ainda disponível um modelo de 1TB que só está à venda diretamente na loja online e que custa 2.239 euros, acima do preço da primeira versão do Galaxy Fold de 2019.

“O nosso objetivo este ano é duplicar as vendas e posicionar os dobráveis com 20% do segmento premium em Portugal”
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Só no Z Flip4 há uma subida de 50 euros no preço, ficando agora o valor mais baixo nos 1.149 euros para o modelo de 128 GB de armazenamento e que chega aos 1.329 euros para a versão de 512 GB.

Mesmo assim há a vantagem de se manter no mercado a versão anterior, o Z Flip3, que vai agora ser 150 euros mais barato.

Há ainda opções a levar em conta, como os modelos de troca de smartphones da geração anterior, que permitem baixar o custo efetivo dos novos modelos e que são uma vantagem que os consumidores cada vez mais consideram.

Objetivo: Duplicar as vendas em Portugal

As expectativas de vendas em Portugal são positivas e José Correia, responsável ibérico de marketing de produto da Samsung, adiantou ao SAPO TEK ainda que existe muito boa adesão da parte das lojas que este ano estão mais confiantes nas encomendas dos novos dobráveis. “O nosso objetivo este ano é duplicar as vendas e posicionar os dobráveis com 20% do segmento premium em Portugal”, explica.

Para já os números das pré-vendas mostram a adesão do mercado. A Samsung Portugal confirma que as vendas antecipadas, que começaram a 12 de agosto, aumentaram 50% face ao ano passado, mas não partilhou números absolutos.

Segundo os dados da IDC, no segundo trimestre deste ano o mercado de smartphones subiu em Portugal 12%, acima da média na Europa. Os portugueses estão a comprar mais smartphones e o preço médio subiu 20% para os 365 euros.

Francisco Jerónimo, vice-presidente de Data & Analytics da IDC Europa, confirmou ao SAPO TEK que neste universo as vendas de dobráveis são ainda muito marginais e representam apenas 0,2% do total de smartphones vendidos, embora na gama alta tenham um peso um pouco mais expressivo em termos de unidades, com 1% das vendas.

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