Refere o Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiia), responsável pelo projeto, que esta foi a primeira vez que o AUV atingiu os 1.200 metros de profundidade.

O mergulho de grande profundidade permitiu testar aspectos como a resistência dos contentores à pressão, os sistemas de weight release e o sistema mecânico, assim como os sistemas acústicos, de navegação, controlo, energia e propulsão. “O resultado? Um sucesso que fica para a história da tecnologia submarina”, assegura-se.

 

O MEDUSA tem em vista o desenvolvimento de um sistema com vários veículos autónomos para exploração e monitorização dos oceanos a grandes profundidades, e mais especificamente das águas portuguesas, com objetivos científicos, mas também comerciais.

Participam neste projeto entidades como o Instituto de Sistemas e Robótica, do Instituto Superior Técnico, a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).