
Na última semana foram registados dois incidentes graves com drones nos principais aeroportos portugueses. No Porto, a presença de um dispositivo no espaço aéreo levou à paralisação da infraestrutura do aeroporto por cerca de 40 minutos. E em Lisboa, foram avistados dois drones nas áreas de aproximação e descolagem do aeroporto, tendo um deles caído na pista. A estes dois exemplos juntam-se mais 16 incidentes relacionados com os dispositivos aéreos não tripulados registados pela Autoridade Nacional da Aviação Civil na primeira metade do ano.
A situação tem preocupado os pilotos, e nem a lei que regula a utilização de drones, que entrou em vigor há um mês parece atenuar o perigo iminente que os dispositivos representam aos aeroportos. O presidente da Associação Portuguesa de Pilotos de Linha Aérea (APPLA), Miguel Silveira, referiu à TSF que considera um disparate apenas os aparelhos com mais de 900 gramas serem obrigados a ter um seguro, “um drone de 500 gramas é perigosíssimo, pois a sua velocidade de traslação cria uma energia enorme”.
É referido ainda que apesar das leis, não existem condições para esta ser aplicada pela falta de fiscalização. Mas acima de tudo, considera que o problema principal é a falta de consciencialização e responsabilidade dos utilizadores.
Apesar das campanhas de sensibilização aos perigos de utilização dos drones, os incidentes em áreas de risco continuam a acontecer, levando os pilotos a pedir leis mais rígidas.
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