Em abril, a Comissão Europeia propôs a tomada de medidas para combater o flagelo das notícias falsas que circulam pelas plataformas informativas online e redes sociais. A proposta inicial pedia um Código de Conduta (Code of Practice) europeu, suportado por uma rede independente de verificação de factos, assim como diversas ações para estimular a qualidade do jornalismo.

Nesse sentido, hoje os representantes das plataformas online, os agentes da indústria da publicidade e os líderes das redes sociais esperam apresentar o primeiro rascunho do documento do Código de Conduta, depois de uma reunião prevista para hoje à noite.

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O dossier será depois passado a representantes dos média, a sociedade civil, os verificadores de factos, a academia e membros do Forum para acertos e melhoramentos do documento. Se correr como previsto, a versão final do documento estará pronta no final de setembro. A Comissão espera fazer o primeiro balanço das medidas em dezembro.

O documento está a ser produzido com base em quatro pilares essenciais: a transparência, a inclusão, a credibilidade e a diversidade.

As notícias falsas, ou fake news, são consideradas um dos piores flagelos das redes sociais e várias organizações e empresas têm proposto diferentes medidas e projectos para combater este fenómeno que tem sido usado para diferentes finalidades, incluindo a influência de eleições.

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