A tecnológica portuguesa Critical Materials (CMT) chegou a acordo para uma operação de compra que vai relançar a marca como Stratosphere. Com este acordo, a empresa vai tornar-se propriedade dos funcionários e totalmente independente, mantendo a mesma equipa de gestão.

A Critical Materials foi criada em 2009, como uma parceria entre a investidora Critical Ventures e dois investigadores da Universidade do Minho, Gustavo Rodrigues Dias e Júlio Viana. A empresa tornou-se líder de soluções de gestão de saúde estrutural em mercados internacionais como o aeroespacial, a defesa ou a energia, com uma base de clientes que inclui a AIRBUS, a Agência Espacial Europeia (ESA), a Curtiss-Wright, a GE Power, a EDP Renováveis e a NOS.

Com esta operação de compra, por valores não divulgados, as ações da Critical Ventures vão ser adquiridas pelos seus fundadores. A empresa vai manter a sua sede em Guimarães, tal como a equipa de gestão e a sua propriedade intelectual. Assim, a partir de setembro de 2019, a marca Critical Materials passará a utilizar o nome Stratosphere.

Em comunicado enviado à imprensa, Gustavo Rodrigues Dias, CEO e Co-Fundador da Critical Materials, afirma que este acordo “é o culminar de muitos anos de trabalho com a Critical Ventures, cujo apoio foi fundamental para o desenvolvimento da empresa. Com a conclusão desta aquisição, começa um novo capítulo com emocionantes desafios e oportunidades".

Por sua vez, Pedro Murtinho, sócio da Critical Ventures, refere que “depois de uma década de parceria e crescimento, estamos muito satisfeitos em ver a Critical Materials dar o passo seguinte e desejamos felicidades para toda a equipa. Esperamos que as tecnologias de diagnóstico e prognóstico da empresa continuem a transformar indústrias críticas em todo o mundo”.

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