À medida que os óculos inteligentes que juntam a Meta e a Ray Ban continuam a ganhar novas funcionalidades, a empresa liderada por Mark Zuckerberg avança agora com uma parceria com a Oakley para um modelo mais desportivo.
O CEO da Snap diz que os óculos de realidade aumentada estão prontos para o público em geral no próximo ano, prometendo serem mais leves e poderosos que as versões lançadas para developers.
A Meta apresentou o protótipo da segunda geração dos óculos de realidade aumentada Aria, com melhorias na visão computacional e mais confortáveis de utilizar.
A dona do ChatGPT está em processo de compra da startup io, liderada pelo ex-designer da Apple, Jony Ive, responsável pelas formas icónicas do iPhone, iPad, MacBook e Apple Watch, um parceiro imprescindível de Steve Jobs. Será que a OpenAI está preparada para anunciar o seu novo produto de IA?
Um novo projeto ligado ao metaverso da Meta pretende captar as feições de utilizadores para criar avatares mais detalhados. E a empresa de Mark Zuckerberg está a pagar 50 dólares aos utilizadores que ajudem no processo.
A Meta está a utilizar os dados dos utilizadores das suas redes sociais para treinar a inteligência artificial. O sistema está ligado por predefinição, mas pode optar por ficar de fora no Instagram.
A Apple continua a expandir a produção interna de hardware e estará a desenvolver chips dedicados a óculos inteligentes, servidores de inteligência artificial e para os novos portáteis MacBooks.
A Meta já tinha trabalhado no reconhecimento facial na primeira versão dos seus óculos inteligentes, mas abandonou. Tudo indica que a empresa tenha retomado a tecnologia para os novos wearables.
Além de poderem fazer perguntas à Meta AI integrada nos óculos inteligentes, aproveitando as capacidades multimodais, em breve, os utilizadores britânicos terão acesso a uma funcionalidade de tradução em tempo real.
A Meta está a preparar uma nova versão dos seus óculos inteligentes que poderá ser apresentada no final do ano. Ao que tudo indica, a próxima geração contará com funcionalidades avançadas e com um ecrã para apresentar imagens e aplicações, tudo por um preço acima dos 1.000 dólares.
As vendas de dispositivos com suporte para realidade virtual ou aumentada cresceram 10% no ano passado, mas 2025 não deve replicar a tendência. Será um ano de pausa antes de um 2026 explosivo.
Além do headset de realidade mista do Project Moohan, a Samsung estará também a desenvolver uns óculos inteligentes que poderão ser revelados no final deste ano. Ao que tudo indica, a tecnológica sul-coreana revelará mais detalhes sobre o projeto no próximo evento Unpacked.
O SAPO TEK entrevistou Nuno Folhadela, CEO da Ontop Studios a propósito do lançamento das novidades de Devil's Purge, mas ficou a saber que já estão prontos projetos para serem lançados no Marketplace da Niantic.
O descontentamento com os resultados dos testes internos terão levado a Apple a cancelar o desenvolvimento de óculos de realidade aumentada, mas não o plano de vir a lançar um modelo para o segmento, que pode aproveitar algumas das ideias atuais.
O Galaxy Unpacked da Samsung foi dominado pela inteligência artificial da Galaxy AI, embora na prática o "produto" a vender seja a nova linha de smartphones Galaxy S25. Mas a empresa ainda levantou o véu de duas novidades futuras.
A decisão implica o desaparecimento de mais de dois milhões de efeitos criados por utilizadores das redes sociais Instagram e Facebook, incluindo filtros de beleza.
Diversas fabricantes mostraram os seus wearables durantes a CES 2025, com várias propostas para anéis inteligentes, smartwatches ou as curiosas calças robóticas que ajudam na movimentação durante as caminhadas.
Antes de proceder ao ataque, o veterano do exército responsável pelo massacre em Nova Orleães utilizou os óculos inteligentes da Meta para gravar a área.
Resultam de uma parceria entre a Meta e a Essilor e no próximo ano podem ganhar uma nova edição com pequenos ecrãs embutidos nas lentes, ainda sem pretensão de se transformarem em verdadeiros dispositivos de realidade mista.
Embora com um aumento projetado de 6,1% para este ano, o mercado de wearables deverá abrandar em 2025. Entre as fabricantes, a Huawei tem-se destacado, liderando nas vendas de smartwatches.
Adivinha quais são os wearables com mais potencial para fazer mexer o mercado em 2025? Os relógios inteligentes continuam a ser uma das categorias mais importantes neste tipo de produtos, mas começam a dar espaço para vendas mais animadas de outros produtos.
O ser humano é cada vez mais um “ser quantificado”. Os wearables contam passos e batimentos cardíacos e, em laboratório, interfaces cérebro-computador são utilizados há muito. Mas há limitações.