O novo sistema desenvolvido por investigadores norte-americanos combina machine learning com implantes cerebrais e uma interface computacional. Através dela, um homem de 65 anos com paralisia conseguiu escrever mentalmente a uma velocidade recorde de 90 carateres por minuto.
De acordo com Elon Musk, a Neuralink está a tentar colocar vários macacos a jogar partidas de Pong “mentais” entre si. Numa recente conversa na app Clubhouse, o CEO deu também a conhecer que a empresa está à procura de novos colaboradores para continuar a desenvolver o seu projeto.
Um novo neuroestimulador foi implantado no cérebro de um doente epilético para estudar novas abordagens terapéuticas a esta doença neurológica. O procedimento foi feito no Centro Hospitalar Universitário de São João e pode ser alargado a outros pacientes.
O Julich-Brain combina resultados de diferentes pesquisas com tecnologias digitais para melhor compreender a complexa organização e diferenciação do cérebro humano.
Ao todo são cerca de 25.000 neurónios de uma espécie de mosca, compilados no conectoma Hemibrain, que permite uma visão mais ampla sobre o cérebro do insecto.
Embora não seja um músculo, o cérebro devia ser visto como tal: com o treino certo, pode melhorar a saúde no geral e reduzir o risco de doenças específicas, aumentar sua produtividade e contribuir para o seu bem-estar e felicidade.
A conclusão é de um estudo publicado na revista Nature. A massa cinzenta impacta a velocidade com que se dão os processos de conectividade funcional e, consequentemente, a rapidez com que processamos pensamentos e respondemos a estímulos externos.
A estrutura, a que os cientistas chamaram BrainNet, permite que três pessoas comuniquem entre si, recorrendo única e exclusivamente ao seu próprio cérebro.
A empresa de Elon Musk quer criar uma interface de comunicação entre cérebro e computador. Esta é mais uma fase do processo e antecede os testes em humanos.