O desmantelamento de uma das principais redes criminosas de fraude financeira, a operar nos cinco continentes em 21 países, levou à detenção de centenas de suspeitos e a apreensão de ativos no valor de 3 milhões de dólares.
A Polícia Judiciária deteve seis suspeitos de burlas informáticas que usavam a internet para criar perfis falsos, usados para divulgar arrendamento de casas de férias, que terão gerado burlas de centenas de milhares de euros.
A burla por Whatsapp é uma das que tem levado a mais perdas e a Polícia Judiciária acaba de comunicar mais uma detenção, desta vez pelo Departamento de Investigação Criminal de Leiria. Em 2023 os prejuízos podem ter chegado a 5,3 milhões de euros.
Operação e-Phishing da Polícia Judiciária resultou na detenção de 13 suspeitos de pertencerem a grupo criminoso organizado e prática de crimes informáticos financeiros com ganhos acima a um milhão de euros.
A operação “Assinatura d’Ouro” levou a PJ a cumprir 35 mandatos de buscas e detenção de três suspeitos pela fraude informática que permitia desviar dinheiro do Grupo Chimarrão.
A Operação “TRUST” conduzida pela Polícia Judiciária com a Polizia di Stato de Itália resultou na detenção de um suspeito pertencente a uma organização criminosa relacionada com criptomoedas. Portugueses foram lesados em um milhão de euros.
No decorrer da operação, a Polícia Judiciária apreendeu 49 modem, que acoplavam 32 cartões SIM por aparelho, o que significava que operavam 1.568 cartões em simultâneo. Esta capacidade, num primeiro momento, permitia a criação de milhares de contas, principalmente no WhatsApp.
Morte e mutilação de animais, automutilação grave de jovens, propaganda nazi e venda de pornografia infantil eram algumas das práticas promovidas no grupo no Discord promovido pelo jovem que a Polícia Judiciária deteve em Portugal.
Decisões como a da Meta de encriptar as mensagens ponta-a-ponta no WhatsApp e Facebook, sem manter o registo dos dados, prejudicam a capacidade de investigar e prevenir crimes, alertam as polícias europeias numa declaração conjunta.
Mais de mais de mil milhões de dólares em bitcoins terão sido transacionados pelo fundador do Samourai Wallet, um site usado em branqueamento de capitais.
O alerta surgiu por parte de entidades internacionais, que identificaram uma série de uploads de conteúdos multimédia de pornografia de menores em plataformas online, a partir de acessos registados em Portugal.
A PJ participou numa megaoperação internacional para identificar vítimas de crimes de abuso e exploração sexual de crianças que foi direcionada a criminosos que operam através da internet.
A detenção surge no seguimento de uma investigação da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da PJ, e teve origem em créditos no montante cerca de 307 mil euros em conta bancária em nome de uma empresa titulada pelo suspeito.
Cinco homens e uma mulher foram detidos por suspeita de crimes de uso de cartões e outros dispositivos de pagamento contrafeitos, uso de documento de identificação ou de viagem alheio e furto.
Está aberto um novo concurso da PJ para o recrutamento de Especialista de Polícia Científica para a Unidade de Perícia Tecnológica e Informática (UPTI). As candidaturas estão abertas até 5 de março.
A Polícia Judiciária deteve dois indivíduos estrangeiros de 23 e 26 anos por suspeita de crimes de burlas informáticas e acesso ilegítimo, assim como branqueamento de capitais. Estão associados a esquemas CEO Fraud e “Olá Pai/Olá Mãe”.
A Polícia Judiciária desmantelou um grupo criminoso dedicado ao phishing bancário, resultando na detenção de quatro homens e três mulheres e ainda mais cinco arguidos constituídos. Estima-se que os crimes tenham lesado cidadãos num valor de 1,5 milhões de euros.
Em comunicado, a PJ avança que a investigação teve início em abril de 2023, na sequência de uma comunicação do FBI. As autoridades identificaram, localizaram e apreenderam milhares de ficheiros nos equipamentos informáticos do arguido.
O casal detido pela Polícia Judiciária é suspeito de aquisição de cartões bancários através de crime informático e branqueamento. Mulher é reincidente de crimes anteriores de burla.
A ação conjunta faz parte da operação portuguesa “FinalPay”, realizada em fevereiro, e que resultou na detenção de sete suspeitos por crimes de falsidade informática e abuso de cartão de garantia.
Os suspeitos sequestram cinco cidadãos e obrigaram a transferir dezenas de bitcoins, valorizados na altura do roubo em três milhões de euros, sob ameaça de armas de fogo.