A teoria de que se tratava de um novo malware capaz de destruir modems e que afetou a rede de satélites Viasat, antes da invasão russa à Ucrânia foi agora confirmada. Recebeu o nome de AcidRain.
Pelo menos três aviões de guerra da Rússia foram destruídos pelas forças ucranianas, durante os ataques de dois dias feitos no porto ocupado da cidade de Sevastopol.
A Cloudflare Radar observa a internet e identifica perturbações. Nos três primeiros meses de 2024, danos em cabos terrestres e submarinos, ações militares, ciberataques e até governos provocaram incidentes um pouco por todo o mundo.
A diplomacia norte-americana condenou hoje a recente campanha de ciberataques na Europa e atribuiu a sua origem à Rússia, tal como já tinham feito os governos alemão e checo.
Diversas companhias aéreas reportaram problemas relacionados com interferências nos sistemas de GPS quando voaram sobre o mar Báltico nos últimos meses desde agosto. As suspeitas recaem sobre a Rússia.
A agência de cibersegurança dos Estados Unidos revelou que hackers russos utilizaram o acesso à Microsoft para roubar mensagens de correio eletrónico do governo.
O aviso é deixado pelas agências de Inteligência dos Estados Unidos, que apresentaram o seu mais recente relatório anual de avaliação de ameaças globais.
A Microsoft fez uma atualização dos ciberataques denunciados em janeiro, revelando que o grupo Midnight Blizzard, com ligação à Rússia, utilizou informação extraída dos emails comprometidos dos funcionários para roubar código-fonte.
Só o serviço de transporte ferroviário polaco recebe cerca de dois mil ataques por dia. A maioria dos ataques vem da Rússia e aumentou desde que começou a guerra na Ucrânia.
Para já esta nova polícia (não oficial) contra as campanhas de desinformação promovidas na sombra por países como a China ou a Rússia tem como subscritores os EUA, o Reino Unido e o Canadá.
Recorde os dois anos da invasão da Rússia à Ucrânia pelas lentes dos satélites, que registam a destruição dos edifícios e casas da população, numa guerra que não tem fim à vista.
A guerra cibernética tem sofrido mutações nas últimas semanas e os ataques intensos e indiscriminados do início da invasão russa da Ucrânia foram substituídos por uma estratégia focada em setores vitais nas sociedades dos dois países, indica um estudo.
Amazon e Google estão entre o grupo de empresas que foram essenciais para defender a Ucrânia dos ciberataques russos, protegendo dados governamentais e meios de comunicação.
Os hackers do grupo APT29, também conhecido como Cozy Bear, atacaram a Microsoft. Segundo a empresa, o grupo, que se acredita ser apoiado pelo governo russo, conseguiu comprometer um conjunto de contas de email corporativas.
O governo suíço anunciou que vários dos seus sítios na internet foram atacados hoje por piratas informáticos do grupo pró-russo NoName, que justificou a ação com a deslocação do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ao Fórum Económico Mundial, em Davos.
Apesar das tensões elevadas devido à guerra na Ucrânia, os Estados Unidos e a Rússia vão continuar a cooperar no espaço, garantindo a manutenção dos voos conjuntos para a ISS até pelo menos 2025.
Dos ataques na Ucrânia e na Faixa de Gaza, até sismos, vulcões em erupção e ondas de calor, são muitas as imagens captadas por satélites e drones, que nos permitiram uma perspectiva mais clara de alguns dos momentos que marcam o ano de 2023.
De acordo a Microsoft, o objetivo será direcionar a atenção do público para forças políticas que se opõem ao apoio à Ucrânia. Ao longo dos últimos meses, os especialistas observaram as táticas utilizadas em campanhas cibernéticas e de influência russas, com foco na manipulação de vídeos e ciberespio
O TikTok afirma que foram removidas mais de 12.000 contas falsas com origem na Rússia, incluindo 800 identificadas por uma recente investigação da BBC.
Teodoro Nguema Obiang visitou hoje o centro de operações da Roscosmos e já disse que aceitou o convite do presidente da agência espacial russa para uma viagem espacial.
O grupo de piratas informáticos russo Solntsepiok reivindicou hoje a responsabilidade pelo ciberataque que deixou na terça-feira sem serviço um número indeterminado de clientes da empresa ucraniana de telemóveis Kyivstar, com cerca de 24 milhões de utilizadores.
A Google é uma das grandes tecnológicas que conseguiu manter operações na Rússia, mas não tem tido vida fácil no país e é agora alvo de mais uma multa por se recusar reiteradamente a guardar os dados pessoais dos utilizadores locais em servidores dentro do país.
A Rússia bombardeou a cidade de Kherson, no Sul da Ucrânia, resultando em três vítimas mortais. Bruxelas prepara novo pacote de sanções a Moscovo, mas imagens de satélite mostram o aumento da capacidade bélica do exército russo.