Aceder à internet há muito que deixou de ser uma experiência exclusivamente “de computador” e passou a incluir o eleito companheiro de todos os momentos: o telemóvel - ou melhor dizendo o smartphones. Os benefícios da grande rede ficaram assim ainda mais “à mão de semear”, mas é verdade que os riscos também.

Esquemas de phishing, ransomware, ciberespionagem e ciberataques, bullying online e divulgação de dados pessoais foram alguns dos aspectos que alarmaram o mundo digital no ano de 2017. Sem esquecer as preocupações associadas às criptomoedas, com a Ernst & Young a atribuir aos hackers o roubo de 1,5 milhões por mês desde 2015.

As suas passwords são mesmo seguras? Veja a lista das piores escolhas de 2017
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O último mês do ano passado trouxe números de balanço inquietantes. Nomeadamente a tradicional lista das passwords mais recorrentes entre as encontradas durante os ataques informáticos dos 12 meses anteriores, onde continuam a constar escolhas pouco inteligentes como ‘password’ e sequências numéricas como ‘123456’.

Já este ano um outro estudo acrescentava à escolha de más passwords para impedir o acesso a informações pessoais o facto de grande parte dos utilizadores não saber guardá-las da melhor forma. Uns dias a seguir surgia o resultado de outra análise que revelava que Millennials ligam pouco a passwords, mas estão a fazer login com mais segurança, por estarem mais familiarizados com a autenticação biométrica, por exemplo.

E há outras ameaças que vão continuar ao longo deste ano. Em diferentes dimensões e cenários. À medida que o número de dispositivos móveis vai crescendo em todo o mundo, vai aumentando também o grau de atratividade dos menos bem intencionados pelo universo mobile, ou não fossem os telefones e tablets um elo de ligação entre a esfera pessoal e profissional, entre o privado e a empresa.

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Um dos focos de infeção mais recorrentes passaram a ser as aplicações e até as lojas oficiais sofrem com o flagelo, quanto mais as não oficiais. Há poucos dias a Google anunciava ter retirado 700 mil aplicações da Play Store ao longo de 2017, por motivos de segurança. O número representou um aumento de 70% face aos valores registados em 2016.

Entre estas estariam perto de 60 aplicações Android destinadas aos mais novos que continham uma campanha de malware que mostrava publicidade para adultos, descoberta pela Check Point.

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Em 2018, além dos smartphones, a crescente migração das empresas para a cloud, a disseminação da Internet das Coisas são igualmente áreas apetecíveis para “esquemas” e criminosos cibernéticos.

Para quem quiser acompanhar a situação, há vários estudos e indicadores que mostram a evolução do malware e dos ataques informáticos, nomeadamente, o mapa em tempo real da Kaspersky.

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