Um evento solar dramático testemunhado pela missão MAVEN pode ajudar os cientistas a compreenderem melhor a física que impulsiona a perda atmosférica e a perda de água em Marte.
Tiradas pelo instrumento THEMIS da sonda Mars Odyssey, as imagens oferecem uma visão inédita de Marte, semelhante à perspetiva que os astronautas da ISS teriam se estivessem em órbita sobre o Planeta Vermelho, em vez da Terra.
Mesmo num ambiente extremo, perto de estrelas muito quentes, existem moléculas importantes para a formação de planetas rochosos, como água, monóxido de carbono e dióxido de carbono.
Astrofísicos descobriram um sistema planetário "próximo" da Terra formado por seis planetas que orbitam a sua estrela em sincronia, como se dançassem uma valsa.
Os discos rotativos são vitais para a formação de estrelas e planetas na Via Láctea e, pela primeira vez, há agora provas diretas de que acontece o mesmo fenómeno noutra galáxia.
Encontrar glaciares em Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, parece uma ideia improvável, certo? Mas há novas evidências científicas que apontam nessa direção, além de outros dados surpreendentes.
Todos os sete planetas do sistema, denominado Kepler-385, são maiores do que a Terra. Cada um deles recebe mais calor da estrela hospedeira, por área, do que qualquer outro planeta do Sistema Solar.
Ganimedes sempre intrigou os cientistas devido à presença de um vasto oceano de água interno escondido sob a crosta gelada. Agora dados da sonda Juno mostram que o passado salgado daquela que é maior lua do planeta Júpiter podem estar a surgir à superfície.
A colisão de dois gigantes gelados terá criado uma chuva de destroços e um "objeto" quente e giratório, potencialmente centenas de vezes maior que a Terra.
Além de um primeiro prémio geral, o concurso Astronomy Photographer of the Year 2023 teve vencedores em mais 10 categorias diferentes, que retrataram desde galáxias cintilantes a auroras resplandecentes, em paisagens “do outro mundo”.
As manchas escuras ocasionais no fundo azul da atmosfera de Neptuno são um mistério para os astrónomos e os resultados agora apurados dão pistas adicionais sobre a natureza e origem do fenómeno.
A sonda vai voltar a usar a gravidade de Vénus para estreitar a sua órbita em redor do Sol. A futura passagem será a mais próxima do astro-rei até agora.
Com data de lançamento prevista para 2029, a missão Ariel irá observar a composição química de 1.000 planetas em órbita de outras estrelas, com o objetivo de perceber como se formam e evoluem os sistemas planetários.
A 19,9 mil milhões de quilómetros de distância, a nave Voyager 2 não está a receber os comandos da equipa da NASA nem a enviar os habituais dados registados no espaço para a Terra.
Captada através do Very Large Telescope (VLT) e do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), uma nova imagem dá à comunidade científica mais pistas sobre como é que planetas com massas semelhantes à de Júpiter se podem formar.
Uma imagem de Saturno com pormenores únicos e a descoberta de depósitos de poeira nas primeiras galáxias do Universo são as mais recentes adições as "álbum" do Telescópio Espacial James Webb.
O planeta 8 UMi b, também conhecido por Halla, parece ter sobrevivido à expansão da sua estrela até à fase de gigante vermelha. A descoberta contou com um investigador português do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.
Com gráficos e informações interativas, a app SkySafari quer ser a companhia perfeita para observar estrelas, planetas e demais objetos cósmicos sob o céu noturno.
Embora longe de ser um James Web ou um Hubble, a sonda Juno tem conquistado adeptos pelas imagens de beleza rara que entrega de Júpiter e das suas luas. Uma das mais recentes espreita o gigante gasoso por entre as nuvens.
A missão que junta a ESA e a JAXA, e que leva a bordo tecnologia portuguesa, deu uma nova "espreitadela" a Mercúrio e captou mais imagens pelo caminho.
A ESA resumiu as imagens da primeira transmissão ao vivo de Marte, que assinalou o 20º aniversário da missão Mars Express, num pequeno filme animado disponível online.
As novas imagens do supertelescópio James Webb mostram o coração da galáxia NGC 5068, a cerca de 20 milhões de anos-luz da Terra, conhecida pela sua brilhante “barra” de poeira e estrelas.
Os holofotes de James Webb viraram-se desta vez para a lua Enceladus, de Saturno. O supertelescópio espacial detetou uma pluma gigantesca de vapor de água que se estende por quase 10 mil quilómetros.
A pergunta é feita numa experiência global que conta com o apoio da ESA e que tem no ExoMars Trace Gas Orbiter o protagonista principal, como mensageiro “extraterrestre”.