A Telefónica está entre os últimos operadores em Espanha a investir no 4G. O projeto envolve uma equipa portuguesa, liderada por Pedro Sanguinho, que falou ao TeK sobre o futuro da tecnologia e do sector.
Uma boa parte dos países ainda não adotou a última geração de redes móveis mas já há quem esteja a dar o próximo passo. Enquanto o 5G continua longe, o 4G está em constante evolução.
O continente europeu tem que correr atrás do prejuízo e por isso é que os esforços já estão apontados ao 5G. Na corrida pelo LTE, os operadores europeus foram "atropelados" pelos congéneres dos EUA.
As redes móveis de última geração ainda estão em fase de expansão e maturação mas acaba de atingir um número simbólico de utilizadores. EUA e Canadá dominam o mercado LTE.
Em Portugal já existe 4G desde o ano passado mas a cobertura do território nacional ainda não é total. Mas já há quem pense em dar o próximo passo - o 5G chega em 2020.
Não é o único dos últimos anos e não será o último. A Comissão Europeia contínua a posicionar como prioritários os projetos de investigação na área das comunicações móveis. A nova aposta é o 5G.
Empresas e governo britânico investiram na criação de um centro de inovação que reforça a investigação feita no país em torno da próxima geração móvel, o 5G, sucessor do acabado de chegar 4G.
A próxima geração de comunicações móveis foi aprovada pelo organismo internacional que define as normas para esta área. Vai permitir larguras de banda até 100 Mbps e uma utilização de espectro mais eficiente.
A Optimus, TMN e Vodafone iniciaram uma nova corrida pela oferta do serviço de banda larga sobre 3G, conhecido como 3,5G. Todas as operadoras lançam os serviços esta semana, ainda com cobertura limitada, colocando Portugal novamente na linha da frente.
Ainda não lançada no mercado, a terceira geração de redes móveis (3G) tornar-se-á obsoleta pela tecnologia que facilita a interligação de diferentes tipos de redes. A 5G surgirá de novas funcionalidades da rede fixa em 2010, prevê um instituto finlandês.