Este foi o segundo teste consecutivo falhado do sistema Starship, que inclui o maior e mais poderoso foguetão alguma vez construído, considerado crucial nos planos ambiciosos de Elon Musk para a colonização de Marte. Ainda assim, o módulo de propulsão regressou são e salvo.
(atualizada) Apesar de confirmado que o módulo Athena chegou à Lua, permanecem dúvidas sobre o sucesso total da aterragem. Aquela que é a segunda missão da Intuitive Machines para explorar o satélite natural da Terra levou a bordo instrumentos científicos da NASA, para procurar água e outras substân
Ter capacidade de GPS na Lua simplifica a navegação para futuras missões, permitindo que as naves espaciais determinem autonomamente a sua localização. O avanço promete maior precisão, menos dependência de operadores terrestres e economia de recursos.
O objetivo da missão é transportar 10 instrumentos científicos e tecnológicos até à superfície da Lua, contribuindo para a compreensão do ambiente lunar e preparando o caminho para futuras missões humanas que darão o "salto" para Marte.
Há novos elementos tanto no plano lunar como no marciano, que vão desde a criação de um habitat inicial na superfície da Lua a uma fonte alternativa de energia para chegar ao Planeta Vermelho.
Os fatos espaciais da missão Artemis III terão conectividade 4G/LTE, permitindo a comunicação em tempo real entre os astronautas na Lua e com a Terra, transmissão de vídeo em alta definição incluída.
Três empresas vão competir numa “corrida” lançada pela NASA para escolher o veículo todo o terreno que os astronautas irão conduzir por “estradas lunares” na futura missão Artemis V. Mais para a frente junta-se um rover pressurizado feito no Japão.
Os dados de crescimento e desenvolvimento das plantas, a par da medição de parâmetros ambientais, irão ajudar os cientistas a compreenderem o uso de plantas cultivadas na Lua para a alimentação humana e o suporte de vida na sua superfície e em Marte.
Conhecida como Block 1B, a versão do SLS que está a ser preparada será capaz de enviar nave espacial, equipa de astronautas e hardware de grande dimensão para a Lua num único lançamento. A estreia do novo foguetão deve acontecer com a missão Artemis IV.
Inicialmente prevista para acontecer este ano, a missão Artemis 2 de voo tripulado à Lua foi adiada para setembro de 2025. Já voltar a “pôr os pés” de facto no satélite natural com a Artemis 3 só deverá acontecer em 2026.
A primeira foto enviada pelo Peregrine teve um sabor agridoce: o registo que marcou a estreia da câmara do módulo espacial também confirmou uma anomalia no sistema de propulsão que vai impedir a missão de chegar à Lua.
Se tudo correr como planeado, o módulo espacial Peregrine lançado esta segunda-feira chegará à Lua a 23 de fevereiro, mais precisamente a uma região conhecida como Baía da Viscosidade. A previsão é que opere por cerca de 192 horas, ou seja, oito dias.
Depois de estar prevista para concorrer com o Pai Natal e o seu trenó a 24 de dezembro, a missão Peregrine Lunar Lander tem lançamento previsto para o próximo dia 8 de janeiro.
O serviço de “entregas lunares” estreia ainda este ano e começa pelas experiências científicas. Os planos a prazo da NASA incluem as “peças” para a construção da primeira base permanente que irá hospedar astronautas em missões de longa duração.
Mais do que trenós com prendas de Natal puxado por renas voadoras (de nariz vermelho ou não), 24 de dezembro também vai ser dia de lançar foguetões em direção à Lua. À boleia do Vulcan Centaur segue o módulo espacial Peregrine Lunar Lander.
Se tudo correr bem, a sonda da missão SLIM deverá entrar na órbita da Lua daqui a cerca de três ou quatro meses. A “chegada” ao satélite natural da Terra está prevista para março de 2024, marcando a primeira alunagem do Japão.
O Japão cancelou hoje o lançamento de um foguetão que transportava a sonda lunar SLIM e um novo satélite de observação espacial de raios X, chamado XRISM, devido às más condições meteorológicas. O país tenta garantir o 5º lugar a colocar uma sonda na Lua.
Viajando a bordo da nave Orion da NASA, a missão Artemis II é o primeiro teste de voo tripulado que marca o regresso da humanidade à Lua, desta vez a pensar numa presença a longo prazo.
A infraestrutura que a Nokia vai construir na Lua será uma componente crucial do programa Artemis da NASA, na ajuda de estabelecer uma presença sustentável no satélite natural até ao fim da década. A rede será transportada para a Lua este ano à boleia de um foguetão da SpaceX.