O site do Kremlin é um dos que ficaram offline com ataques informáticos, confirma a Netblocks. Ainda não há muita informação sobre este ciberataque que se segue a várias ondas de ofensivas informáticas de que a Ucrânia tem sido alvo, mas fontes norte americanas avançam que os EUA podem estar a consi
A Vodafone tem dito que não há indícios de que os dados de clientes tenham sido acedidos ou comprometidos, mas acredita que talvez nunca venha a saber a verdadeira razão do ataque que foi alvo.
Os laboratórios de análises clínicas Germano de Sousa estão hoje fechados ao público e só voltam a funcionar “em pleno” na segunda-feira, na sequência do ataque informático de que foram alvo na quinta-feira, disse o administrador do grupo.
O gabinete do secretário-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI) esclareceu hoje que os cibertaques que se verificam nos últimos anos em Portugal "coincide com a generalidade dos países congéneres" do mesmo enquadramento geográfico, económico e geopolítico.
O impacto verificado nos serviços da Vodafone "encontra-se em fase final de resolução", com "um volume já bastante residual de clientes afetados", disse hoje à Lusa fonte oficial da operadora de telecomunicações.
Na sequência do ataque informático de que foi alvo esta segunda feira, a empresa acaba de comunicar que continua a estabilizar a rede e que a prioridade foram os serviços de voz fixa. A gestão da comunicação em crise já foi elogiada por vários especialistas.
Menos de 24 horas depois de ter sido alvo de um ataque considerado devastador pela dimensão e efeito nos mais de 4 milhões de clientes, a Vodafone Portugal veio a público dar conta de que tinha sido alvo de um ciberataque, respondendo de forma clara sobre o que estava a acontecer. A forma como está
A Vodafone Portugal esclareceu hoje que os números listados debaixo do contacto Vodafone que surgem em algumas listas de contactos dos clientes pertencem à operadora de telecomunicações, na sequência de dúvidas que têm surgido nas redes sociais.
Em conferência de imprensa, Carlos Cabreiro, responsável de cibersegurança na PJ, confirma que a judiciária está a trabalhar com a Vodafone para apurar os factos relacionados com o ataque e que envolveu os Serviços de Segurança Interna.
Algumas corporações de bombeiros tiveram constrangimentos devido ao ciberataque à Vodafone, mas as operações de socorro não foram afetadas porque recorreram à rede de comunicações de emergência SIRESP, indicou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).
A Vodafone está a cooperar com a Polícia Judiciária na investigação do ataque informático de que foi alvo. A polícia internacional já foi contactada para ajudar a detetar possíveis pistas.
As falhas de serviço já tinham sido identificadas por muitos utilizadores e agora a Vodafone confirma que foi alvo de um ciberataque. A situação está a ser reposta mas a recuperação dos serviços deverá acontecer de forma gradual.
O ataque, que ainda não se sabe a origem, foi feito a um parceiro suíço que guardava dados da Cruz Vermelha. Não existe indicação de que os dados tenham sido partilhados publicamente.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, condenou o ciberataque sofrido hoje pela Ucrânia e anunciou que nos próximos dias a Aliança Atlântica assinará um acordo de cooperação cibernética com Kiev.
A empresa diz que os ataques ocorrem constantemente, com os hackers a procurarem brechas para entrar nos sistemas. Os ataques agora relatados não tiveram impacto nas operações e sistemas da empresa de telecomunicações.
Ao que tudo indica, o incidente terá sido parte de uma campanha para manchar a reputação de Vinny Troia, especialista de cibersegurança da NightLion Security, que, nos emails falsos é apresentado como um cibercriminoso associado ao grupo The Dark Overlord.
A T-Mobile continua a investigar o ataque informático de que foi vítima e, após uma análise mais aprofundada, revela que os cibercriminosos conseguiram roubar ainda mais dados do que o esperado, incluindo números de telefone e de identificação IMEI e IMSI, além de um vasto conjunto de informação pes
Inicialmente, os hackers tencionavam vender a informação roubada na dark web, mas acabaram por mudar de estratégia. Caso a EA não entre em contacto com o grupo ou pague o resgate exigido, os cibercriminosos ameaçam tornar pública ainda mais informação.
Os hackers por trás do ataque à Electronic Arts afirmam que, através da compra de cookies roubadas, conseguiram aceder a um canal do Slack usado pela empresa. Depois de enganarem os técnicos de IT da gigante dos videojogos, acederam à rede corporativa, roubando 780 GB de dados.
A JBS assegura 25% da carne processada comercializada nos Estados Unidos, um dos países onde se viu obrigada a parar a produção em várias fábricas depois de um ataque informático, do qual ainda não recuperou.
Em questão está um ciberataque à SITA, a empresa responsável pelo tratamento de dados dos passageiros de múltiplas companhias aéreas, incluindo da Air India. A fuga de informação inclui os dados de 4,5 milhões de passageiros registados no sistema da SITA entre agosto de 2011 e fevereiro de 2021.
Conhecido por operar num modelo de "ransomware as a service", o grupo DarkSide afirma-se como apolítico. Porém, são vários os investigadores que indicam que as "boas" intenções dos hackers escondem as suas verdadeiras motivações e a hipótese de ligações à Rússia está sobre a mesa.