José Guimarães fala das revoluções que já aconteceram no desenvolvimento de software e como as novas ferramentas de IA generativa podem ser usadas para auxiliar os programadores, mas com sabedoria.
Há aspetos que não são prioridade na estratégia de inteligência artificial das organizações, mas que, no futuro, podem arruinar o sucesso de qualquer projeto e custar caro. A Gartner identificou seis.
A IA generativa já garantiu espaço nos hábitos de utilização mas Luis Bravo Martins alerta para o desperdício gerado e as formas de reduzir o impacto de consumo de energia.
Na sequência do relatório do MIT que mostra um impacto desastroso dos projetos de IA generativa nas organizações, Jorge Borges concentra a atenção nas razões que fazem com que 5% das empresas triunfem neste aspecto e no que podemos aprender com o seu exemplo.
Pedro Tavares lidera a empresa que ainda é recente mas tem um histórico sustentado em dados, políticas e boas práticas. Tudo transformado numa ferramenta que pretende apoiar as organizações a ganhar mais inteligência estratégica e a minimizar a incerteza dos cenários futuros na decisão.
Jorge Borges comenta o recente estudo do MIT (projeto NANDA) e as razões porque estão a falhar os projetos de Inteligência Artificial nas organizações, sublinhando que os números são a prova de que a mentalidade e a estrutura de liderança não acompanharam o ritmo da tecnologia.
Frederico Cipriano Batista alerta para a evolução do cenário da gestão de negócio onde o gestor de projetos assume cada vez mais outro protagonismo e traduz algoritmos em métricas de negócio, riscos em oportunidades e roadmaps de produto em narrativas capazes de mobilizar investimento.
A OpenAI está a preparar uma nova ronda de investimento que atira o valor da empresa para os 300 mil milhões de dólares, numa altura em que dá um passo atrás e prepara o regresso aos modelos abertos, algo em que a concorrência tem apostado.
Há uma nova versão do modelo de linguagem da OpenAI a chegar por fases às versões pagas do ChatGPT, que terá impressionado o próprio Sam Altman pelo realismo com que consegue manter uma conversa. Enquanto isso o modelo Sora, que permite gerar videos, chegou à Europa.
A Nothing vai renovar a geração do seu Nothing Phone com dois novos modelos no próximo mês. O processador e as câmaras deverão ser duas das áreas com novidades mais relevantes.
As polémicas declarações de Kanye West na rede social X geraram uma onda de indignação e um vídeo feito com IA, onde a imagem de várias celebridades é manipulada para fingir uma reação aos comentários antissemitas. Scarlett Johansson é a primeira a aparecer e não gostou.
O lançamento do modelo de inteligência artificial da chinesa DeepSeek esta semana pôs o mundo em alvoroço e até mereceu elogios do CEO da OpenAI. A dona do ChatGPT terá descoberto entretanto que a sua tecnologia facilitou o desenvolvimento da tecnologia da concorrência, por meios não legais.
A inteligência artificial abre um novo mundo de oportunidades às empresas na capacidade de personalizar as experiências dos clientes e a maior parte está disposta a pagar por isso. Segundo a IDC, 30 mil milhões de dólares em 2027.
A OpenAI vai passar a direcionar esforços para o desenvolvimento de uma superinteligência. O líder da empresa diz que os produtos atuais da dona do ChatGPT são bons mas o futuro é glorioso e não está assim tão longe-
A pesquisa é do site Futurism e o alvo foram os chatbots de inteligência artificial que é possível encontrar na plataforma Character.AI. Em diferentes interações foram recebidos conselhos perigosos para emagrecer, supostamente dados a uma adolescente.
A novidade pode ser apresentada oficialmente na próxima semana, durante um evento da Amazon. A nova versão do LLM da empresa com capacidade para processar imagens e vídeo terá o nome de código Olympus. O que pode mudar para a Amazon com este avanço?
A inteligência artificial parece estar em todo o lado e as grandes tendências tecnológicas para o próximo ano confirmam-no. A IA generativa é uma das grandes protagonistas de um ranking feito pela Capgemini. As outras quatro chegam ao top graças ao impacto da IA.
O assistente inteligente Gemini Live nos próximos dias começa a falar português de Portugal com quem usa Android e procurar interação com a ferramenta, mas esta não é a única novidade para quem fala português que a Google introduziu no Gemini.
As funcionalidades do novo modelo de IA generativa da Adobe para vídeo já podem ser testadas por alguns clientes da empresa. A Beta pública acaba de arrancar mas a empresa garante que já tem feedback sobre as ferramentas e que é bom.
O concorrente do ChatGPT criado pelo grupo que integra o Facebook, o Instagram e o WhatsApp continua a sua expansão pelo mundo sem passar pela União Europeia. As novas ferramentas inteligentes do assistente inteligente vão chegar a mais 21 países.
O Sora da OpenAI impressionou, e o Movie Gen só não vai fazer o mesmo porque já não conta com o efeito surpresa, mas a evolução do modelo de linguagem da Meta é igualmente impressionante e, segundo a empresa, poderoso.
O novo Amazon Fire HD 8 estreia um conjunto de funcionalidades com assistência artificial generativa que vão chegar a mais tablets da Amazon. Para os curiosos há um vídeo a explicar tudo.
A OpenAI lançou uma nova série de modelos de linguagem que vão fazer evoluir o ChatGPT para responder a tarefas mais complexas e passar mais tempo a pensar antes de responder. Os testes do OpenAI o1 confirmam conhecimentos ao nível de um estudante de doutoramento.
Para Felicidade Ferreira, a integração da IA é muito mais do que uma evolução tecnológica: é uma revolução na forma como as empresas operem, inovam e competem no mercado.